Como suplente do Chefe Igor Lindo, eu posto aqui um texto complexo, com dificil literatura, mas que faz qualquer Ser Humano parar e entender realmente quais sao as dificuldades que a vida nos apresenta. Espero que Gostem.

beijos a todos

 

 

Peidos da Paixão!

 

Meu ex-namorado, louco de paixão por mim...Claro, dois anos de tentativas e eu mal o percebia na minha frente, então quando dei a chance de namorarmos ele fazia de tudo para me agradar, e  assim se mostrava o príncipe encantado dos sonhos das meninas  na Pré-adolecencia.

 

 Em um certo dia, ainda na primeira semana de namoro, ele provou do lanchinho que mamãe havia feito e exagerou na coca cola do qual encheu-o de gazes na barriga.

 

A cena foi hilária! A barriga do bicho começou a esticaaar, esticaaar,  contorcia daqui, prendia as perdas dali e suava feito um bacon defumando...Foi então que ele disse que estava passando mal. Coitado, morrendo de vergonha, e eu ali vendo aquele esforço em não falhar e o indiquei o Banheiro, mas ele olhou para o cômodo que estávamos e a distancia dali ao banheiro e percebeu que seria curta demais e poderia fazer efeitos barulhentos para mim que era sua querida namorada! Hehe!

 

O Moço então resolveu ir embora, pois não estava agüentando as dores e aquela suadeira estava o deixando louco! Com muito custo, quase dando pulinhos para não abrir as pernas, foi se despedir da família toda, dos irmãos, da minha mãe e depois disso ainda ir ate a garagem tirar a moto do lugar e passar pelo portão estreito porque não queria nem esperar que eu abrisse todo o  portão.

 

Bom, ele estacionou a moto na rua sentido de partida, aliviado por estar saindo e poder entre as correntes de ar que com a velocidade da moto provocaria, soltar todo seu sofrimento sem que eu assistisse aquilo tudo... Veio em minha direção, quando ao seu segundo passo, talvez o mais largo ao limite que assim o tinha, deu um TERREMOTO ESTRONDOSO NA TERRA; Blooooock!Blummhummmm!!!! Foi igual bola de chiclete com mil vezes mais de potencia, e ele ali em estado de choque pelo seu sacrifício e no fim, no finalsinho de toda a saída quase perfeita, ele me solta aquele “troço” aromático.De tao sem  graça, desfalecido de vergonha, olhou pra mim e disse apenas assim: “Oh! Soltou!” De cabeça baixa me abraçou bem apertado e eu solidária aquilo dei boas gargalhadas!

 

Figura



Escrito por vptrianos as 07h54 PM

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Nome da coluna de 4a!

Olá Galera VPTR!

Desculpa aê a demora do post de hoje!

Bem, venho aqui hoje para falar da escolha do nome da coluna de 4a.

A escolha foi um processo bem democrático. Eu me reuni comigo mesmo e decidi:

A coluna vai se chamar RÉLIBRONE!

Rélibrone? É! Rélibrone!

Afinal de contas, o que é Rélibrone?

Ah.. francamente! Quem aqui nunca ouviu essa expressão?

Qual é pessoal? Fala sério! Nunca tiveram infância?

Rélibrone É tal qual "Sgulepu", "Revisguébi", "Plinkstomb", "Revestréb", "Trécktoid", etc. Lembrou? Viu só? apenas uma palavra comum, do nosso dia a dia!

Então, É isso aí!

Infelizmente, tenho que ir, sinto muito não poder ficar mais, porém o "dever me chama"!

[esqueceu de avisar pro digitador para de digitar as coisas que ele estava falando e...]

- Já acabei de enrolar o pessoal do blog, gostosa!


- Ai, mas você demorou muito, meu Gotoso! Vem pra sua cachorra! vem!!

- Opa!? Cadê a outra? Só você eu não quero..

- Tô aqui meu bem!

- Ah.. agora sim!!! Vamos "cachorrona"!! u-hu!

- ui!! ui!! aiii... QUE GRANNNNNDDEEEE!!! AIII!!

- affff...

- AI IGORRRRRRRRRRRR!!!! TEZZZZZÃO...

- [poc poc poc poc poc] - Ô camarada! porra, cadê meu whisky? vamô logo! [poc poc poc]

- Não para! NÃO PARA!!! VAI VAI VAI... ISSO ISSO... AI IGUUUUU.... UH...

- OW RAPÁ para de digitar essa merda! TÁ maluco?! Envia logo essa porr.....
[plact - desligou]



Escrito por vptrianos as 04h24 PM

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Mundo lógico ou sensível, qual é o seu?

 

A pergunta é bem simples: qual é o seu mundo?

Pena que a resposta não é assim também... mas deixem-me explicar melhor esse titulo pomposo e questionador. Se você é daquelas pessoas que tem princípios e estes são extraídos de valores que de alguma forma já foram provados, você é lógico. Se você prefere basear sua vida em cima de experiências, acertos e erros, você é da turma sensível. Exemplificando:

Imagina 2 crianças prontas pra curtirem um dia maravilhoso de praia. Ambas pretendem se bronzear. Uma passou protetor pq lhe disseram que o sol queima [lógica] e a outra prefere queimar pra ver [sensibilidade]. Entendeu?

A linha entre esses mundos é um tanto quanto radical, e a incessante busca por um equilíbrio em nossa vida está sustentada nela. Existem coisas que estão provadas e outras que precisam ser sentidas. Não podemos ficar radicalizando apenas, ou só pagar pra ver, ou botar lápides na estrada da nossa vida com a frase “aconteceu porque tinha que tinha que acontecer”, ou ainda, tocar o foda-se e ser feliz.

Tudo, absolutamente tudo, tem explicação. Até as coisas metafísicas. Só que casa um de nós pode perceber e sentir a vida e as coisas de uma maneira diferente. Por isso, pense antes de tentar se impor em algo ou com alguém, cultive a arte da sensatez. Só há um prazer comparável ao de poder falar: é conseguir ser plenamente ouvido.

Poderia citar outros exemplos, mas nessa semana encerro minha “fala” com vocês com um grande abraço a todos. Do Tony.



Escrito por vptrianos as 05h03 AM

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Olá, gente!

Primeiro vou me desculpar por ter "abandonado" o blog no dia de hoje. Sei que não justifica, mas perdi um amigo muito querido e não estava com a cabeça no lugar para escrever um texto bom.

Segundo, vou me desculpar pelo texto.

E, por último, apesar de tudo, espero que tirem algo de proveitoso disso.

 

         * * *

Seguidamente ouço, em meio a algum discurso inflamado, alguém fazer referência às suas raízes.
Eu mesma já devo ter falado em raízes um par de vezes.
Mas o que é ter raízes?

Podem existir vários pontos de vista a respeito desse assunto, mas podemos analisar dois básicos:
- Ter raízes: A imobilidade (social, cultural, profissional, pessoal etc);
- Cultivar raízes: O crescimento interior, a sustentabilidade do ser, da vida, dos objetivos traçados.
Pontos de vista básicos e completamente antagônicos, que cabem como uma luva para a expressão raízes".

Algumas pessoas fincam raízes num lugar, ou numa situação, e nada faz com que saiam de lá. Faça chuva ou sol, venha a tempestade que vier, e ele continua lá, inerte. As oportunidades vêm e vão, as pessoas passam, o tempo se agiganta e a vida definha.
E nada.
Muitas vezes plantamos nossas raízes em solo não tão bom, mas o medo de mudar para pior adia a possibilidade de crescer. Deixamos de aprender, de conhecer, de produzir.
Por medo.
Um convite para o exterior, e o enraizado treme, dizendo que não conhece ninguém lá, que a comida é diferente, que as pessoas são frias;
Uma oportunidade de trabalho nova, um desafio profissional, e lá está o enraizado murchando frente à possibilidade de um fracasso;
Uma pessoa nova na vida, e o enraizado se encolhe, já sofreu tanto dando frutos que foram jogados fora. E, diante de uma chance nova, ele recusa seus frutos ao mal agradecido que ele nem mesmo conheceu.
Ter raízes pode ser uma opção pela morte anunciada, em todos os sentidos.

Outras pessoas cultivam suas raízes. Cuidam delas, carregam-nas consigo, para onde forem. Não têm medo de transplantar-se, à medida que as oportunidades surgem.
Estão sempre de olho em um solo mais fértil, onde suas raízes possam se espalhar, se aprofundar, dar sustentabilidade, gerar frutos e compartilhá-los com os outros.
As pessoas que levam dentro de si as próprias raízes estão sempre prontas para crescer, estão prontas para descartar o que já não lhes serve mais, para agarrar-se ao novo, para fazer do desafio mais uma oportunidade bem aproveitada.
Cultivar raízes pode tornar-se o objetivo maior de uma vida, bem como sua maior realização.

Por que a maioria de nós têm medo de conquistar novos mundos, de conhecer outros horizontes, de ver o nascer do sol de um outro lugar?
Que necessidade torturante é essa de germinar, crescer e morrer sem sair do lugar?

Definitivamente, somos seres muito estranhos. Temos a liberdade de ir e vir, mas a maior parte de nós não tem a menor noção do valor real que ela tem e do que fazer com ela.

 

Boa semana para todos!

Beijocas...

 

Maga™



Escrito por vptrianos as 07h05 PM

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Escrito por vptrianos as 09h49 AM

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Fenômenos Magnéticos em um Paranormal

 

Aconteceu comigo!!!

 

Ontem por volta das 19:30 h deu entrada em meu consultório o último paciente do dia...

Senhor Y de 38 anos de idade apresentando um quadro inflamatório que me conduziu ao diagnóstico de uma hiperemia pulpar (Aumento do fluxo Sanguíneo da câmara pulpar do dente) ocasionado por um estado infeccioso.

 

O paciente sentou-se na cadeira e eu comecei a preencher o formulário de Anamnese (Ficha clínica do paciente com todos os seus dados pessoais e clínicos e a história pregressa da doença). Foi relatado pelo paciente ao longo da entrevista que a dor havia começado há uma semana e que ele já havia feito de tudo para que ela o deixasse em paz... Mas não obteve êxito.

 

Então efetuei a abertura bucal do paciente e visualizei o dente em questão, um segundo molar superior direito. A gengiva que circundava o dente estava bastante avermelhada e na região central da área inflamada na gengiva era possível visualizar uma pequena fístula. Não precisei nem de um exame radiográfico para concluir que a única solução para o caso seria um tratamento endodôntico (Canal).  De posse do instrumental para efetuar a remoção de um curativo daquele dente  feito sei lá de quê???  Teve início a minha saga paranormal. Fenômenos estranhos começaram a ocorrer a partir daquele  instante...

Ao aproximar a sonda exploradora (objeto pontiagudo utilizado para aferir profundidade e presença de cárie) senti uma atração magnética sobre o instrumento. O dente parecia exercer uma força de aproximação sobre a sonda... Mas como a superfície de contado entre o dente e sonda era apenas uma ponta ativa, resolvi pegar um objeto que possuísse uma área maior... De posse o odontoscópio (espelhinho) senti a força em intensidade maior... A ponto de sentir dificuldade em separar o instrumento do dente... Então parei tudo e me voltei para o paciente: Senhor Y, algo de anormal está acontecendo.. Eu nunca me deparei com algo do gênero... Quando o senhor vai se alimentar e usa os talheres tem notado algo estranho??? Ele respondeu que desde de que compadre Antônio “ajeitou” o dente, tinha notado uma diferença ao se alimentar... O garfo batia sempre no dente lá de trás...

 

Aquela informação só veio acender mais as minhas suspeitas... Com que diabos de material o compadre Antônio tinha feito aquele curativo no dente do Sr. Y???

Eu então perguntei, o compadre Antônio é dentista??? Ele respondeu que não. O compadre Antônio era um protético que tinha trabalhado com um dentista durante muitos anos e havia aprendido “Tudo sobre dentes”... Então peguei a broca e escavaquei o curativo... Depois de removido todo o material branco acinzentado (com certeza não era o óxido de zinco associado ao Eugenol – substâncias apropriadas para esse tipo de curativo dentário) descobri que se tratava de massa durepox,  recoberto pela fina camada de maça imaginem o que havia??? Claro que vocês já sabem!!! Isso mesmo!!! Um micropedaço de imã!!!

 

Pensei comigo mesmo... Pelo menos já tenho algo para postar amanhã no Blog VPTR!!!

 

 

 

 

 



Escrito por vptrianos as 09h43 AM

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tony postando...

Meus Preconceitos

 

por Luciano Pires [http://primeiroprograma.com.br]

 

Nestes tempos da hipocrisia do “politicamente correto”, não existe palavrão mais ofensivo do que “preconceituoso”. Preconceito, conforme a definição dos dicionários, é um conceito formado antecipadamente e sem fundamento sério; uma superstição. E a facilidade com que as patrulhas rotulam a gente de preconceituoso é impressionante. Basta discordar delas... Pois quer saber? Sou preconceituoso. Quer ver? Odeio quando sento para almoçar e o sujeito ao lado acende um cigarro. Preconceito contra fumantes, coitados. Odeio quando o Lula, discursando, fala “nóis vamu pra”, “nóis temu qui”. Logo, tenho preconceito contra os indivíduos de origem humilde. Não suporto o cinismo de Severino Cavalcanti defendendo o aumento dos salários dos deputados. Portanto, tenho preconceito contra nordestinos. Me irrito com o Mercadante defendendo o que até outro dia combatia. Preconceito contra o PT.

 

Fico louco da vida quando ouço Stédile anunciando “agostos vermelhos”. Preconceito contra o MST. Fico fulo quando o Papa condena a camisinha. Preconceito contra católicos. Endoideço quando vejo as propagandas no dia da mulher, dia da mãe, dia das secretárias...Logo, tenho preconceito contra mulheres. Me desespero quando ouço a pregação ideológica vazia de alternativas, contra o tal neoliberalismo. Preconceito contra pobres. Faço picadinho da revista Caras. Preconceito contra ricos... Urro quando ouço pagode-corno, sertanejo-corno, axé-corno. Preconceito contra o popular... Me contorço quando ouço o pastor pedindo pra depositar naquela conta daquele banco, “em nome de Jesus”. Preconceito contra evangélicos. Odeio ver o Lacraia dançando o Pocotó. Preconceito contra os homossexuais. Abomino quotas nas universidades. Preconceito contra negros. Odeio cachorro que faz cocô na rua. Preconceito contra animais. Odeio aquele discurso velho de marqueteiro que acha que todo mundo é idiota. Preconceito contra os publicitários... Quer saber? Se o que me indigna é preconceito, sou preconceituoso, sim senhor. E com “pê” maiúsculo.

 

Mas tô feliz. Afinal, a alternativa é ser hipócrita...



Escrito por vptrianos as 08h52 PM

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Salve galera VPTR!!!

Hoje é sexta-feira, que lembra cerveja, que automaticamente nos reporta à Tiazona...

Mas cadê ela??? Por onde anda??? Provavelmente anda muito ocupada... Caso contrário,  ao invés de vocês estarem lendo as minhas baboseiras estariam lendo algo produzido por ela...

Mas já que ela não pode deixar o seu recado, venho aqui  dar-lhe uma cobertura...

Claro que não tão a altura...

Mas é o máximo que posso fazer...

 

E para quem ainda não me conhece:



Escrito por vptrianos as 08h57 AM

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Meu sobrenome é Saudade!!! Sou primo do sofrimento!!!
Das torturas do Nordeste sou o neto mais pequeno!!!
Gosto de ouvir Piadas, de cordel e cantoria
No aboio do vaqueiro transbordo de alegria...
Gosto do gosto da água armazenada em quartinha
E do cheiro do tijolo queimando na olaria...
Mas um dos meus dois avôs é a tecnologia
Por isso eu tenho um blog, nele escrevo todo dia
E assim vou galopando sobre a globalização
Sem esquecer das origens e do povo do Sertão!!!
(Petrus Fazarte 20/01/2007)

Muito Prazer!!!



Escrito por vptrianos as 08h57 AM

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Apesar de o tema ser um pouco regionalista

Acredito que de uma forma ou de outra todos vocês tenham sentido o que hoje sinto.

Pois Saudade é saudade em qualquer lugar do mundo... Seja de um grande Shopping Center ou do Solo árido do Sertão!!!

 

E já que estamos falando de Saudade, de Sertão, vou aproveitar a oportunidade para lhes apresentar um grande homem... Um poeta... um cidadão...

 

Alguém aí já ouviu falar no Patativa do Assaré???

Grande poeta popular!!!

Eu, pessoalmente, tive a oportunidade de estar frente a frente com ele:

Escrito por vptrianos as 08h53 AM

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Perto dos meus 12 anos
Encontrei um cidadão
Que chegou em um fusquinha
Perto de uma construção
Perguntou de imediato
Menino, cê dá recado?
Eu disse, claro que dou!!!
Ele então olhou pro lado
E num tom bem afinado
Novamente perguntou
Você conhece Carmosa
Filha de cumadi flor?
Eu disse é minha vizinha
Ele sorriu e levantou
Andando devagarinho
Foi à casa de Carmosa
Batendo na sua porta
Ele então se apresentou
Ela logo percebeu
Que quem tava ali com eu
Era um grande cantador
Era o grande Patativa
Poeta e escritor
Homem forte do nordeste
Que nos versos foi doutor
Hoje vivo lamentando
Por não ter me atinado
Que o velhinho que eu vi
Era mesmo um grande sábio
Era um homem destemido
Cheio de calos, sofrido
Que a pesar do sofrimento
Ao ódio não deu ouvidos
E preferiu relatar
De modo bem natural
O sofrimento sentido...
Acreditem se quiser
Falo aqui do Patativa
O poeta do Sertão
Que ao povo deu valor
Pena que nem um autógrafo
Tomei daquele senhor!!!

Escrito por vptrianos as 08h52 AM

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Para quem não sabe o que é dor:
http://www.4shared.com/file/6360798/9bbaa8ed/POESIA_Patativa.html

Esperem carregar e cliquem no butãozim!!!

 

Bom final de semana a todos!!!

 

João Henrique


Escrito por vptrianos as 08h52 AM

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MERDA NO VENTILADOR.

SOU O PLANO QUE NÃO DEU CERTO, O TIRO QUE SAIU PELA CULATRA, A VERGONHA NA CARA DOS OUTROS...

SOU A TENTATIVA DE CONSERTAR O ERRADO, A PROMESSA QUE NÃO SE CUMPRE....

SOU O DESCASO, A POLÊMICA, A INUTILIDADE TEORIZADA....

SOU A CASCA E NÃO O SUMO...

SOU PIADA E GOZADOR...E EM BUSCA DESSE GOZO, ME ARREBENTO, ME ARREPENDO...

SOU PILAR ERETO E FORTE QUE COM UMA BRISA DESABA...

SOU A MENTIRA DESLAVADA, A MÁSCARA QUE NÃO COBRE NADA....

SOU O PERIGO PARA MIM MESMO, E POR TABELA PARA OS QUE ME RODEIAM...

SOU A TENTATIVA DE ALGO MELHOR....E AO TENTAR EM VÃO SABER QUEM SOU, QUEM SABE UM DIA DESCUBRO, MUDO, VIRO OUTRO ALGUÉM, OU ME ADMIRO COM A DESCOBERTA E REPITO TODAS AS CAGADAS DE NOVO.
 
By: Josias D. Stos


Escrito por vptrianos as 01h35 PM

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Hoje é quinta - feira,meu diaaaaa!

Antes de postar um texto lindo,agradeço à todos pelo carinho e fico muito feliz por terem gostado da minha primeira postagem.

Então lá vai um texto de Paulo Mendes Campos que eu,particularmente adorei.Espero que gostem também!

 

 

O AMOR ACABA.

O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova Iorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.

 

 

By  ·..·´♥ Andrеssa Baby V ♥ ·..·´ ®



Escrito por vptrianos as 11h31 AM

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Quem é, mesmo o...PATRÃO???
__________________________________


O que queria o João Maria ?
Só ter uma boa mulher,
Dedicada, de cozinha e talher.
E isso, ainda hoje, haveria?

Empregada doméstica de graça?
Pois, esposa e companheira,
Mulher, amada e parceira,
Este contexto leal, ele passa!

Quer uma criatura, de preferência
Quase analfabeta,que mal saiba pensar.
Quase muda, nem goste de falar.
Eis, os gostos de sua excelência.

O homem é um disfarçado canalha.
Quer mulher forte e peituda.
Virgem e bunduda.
Sempre disponível, que nunca falha.

Se tiver uma casinha, uma herança,
Ganha pontos, tem preferência.
Nada como: mulher e residência.
A boa vida merece a bonança.

E, assim vive e pensa o João Maria,
Põe o casaco na cadeira e vai prá rua,
Assim vive este "falcatrua".
Prá ele, domingo é todo o dia.

Como termina esta história?
Este machão dando biaba,
Isto tudo é uma piada?
E, o safado se enchendo de glória?

Nada disto, nobres leitoras e leitores.
Tudo no mundo tem retorno, tem volta.
Nem precisa haver revolta.
Há o prêmio dos infratores.

Gira a roda da vida, o tempo passa.
E, o esperto leva-vantagem,
Não vive na estiagem,
Lava louça,roupa e, sem pirraça.

Pois, a "Patroa" tem mão pesada.
Voz grossa, buço, (ou é bigode ?)
Peito grande e não gosta de pagode.
Fala pouco, mas forte, a danada!

E lá na repartição ?
O barnabé João.
Trabalha oito horas com dedicação.
Precisa de aumento e promoção!

Puxa-saco, prá política vai entrar.
Porque tanta insistência ?
Até casou-se sem resistência!
Ele só faz:O que a PATROA mandar!


Por: Alien



Escrito por vptrianos as 07h18 AM

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Não teria como ser suplente do Igor sem ter essa “INTRODUZIDA”...huahauahau

 

 Bom queridos VPTRIANOS,

 

É  com muita honra satisfação e confesso também, friozinho na barriga que eu,Daninha Figura, venho pela primeira, primeiríssima e marcante vez, postar no Blog e fazer parte desse time magnífico! Como estou começando, nada melhor do que falar sobre o “Começar”!

 

Espero que gostem dos meus textos e que os mesmos enriqueçam esse baú de tesouros literários!

 

Obrigada!

 

 

 

 

Começar

 

 

Algumas vezes estudamos, planejamos, outras, sem conhecimentos algum temos que dar seqüência ao ponto de partida.Esse ponto de partida que nos leva ao novo acontece em nossas vidas todos os dias, a cada ação executada, recebendo o nome de  começar!

 

Começamos o dia, começamos a andar, a falar...Começamos um compromisso, um emprego, um saber...Começamos uma amizade, começamos a nos envolver, começamos um amor...Começamos uma vida!Não há nada a fazer se não começar, e não há como começar sem sentir as emoções do esperado, do descobrimento e  do esforço!

 

Ah! Como é gostoso sentir esse conjunto de emoções! O formigamento nas pernas, a ansiedade a espera do momento, o medo de errar, a alegria de estar fazendo, a felicidade de poder fazer, à vontade de realizar, a paz por esta acontecendo, a agitação por esta começando e a  sensação de começar a espera do resultado, seja ele positivo ou negativo, mas que nos leve a vida!

 

A vida é mais bem vivida quando começamos a cada momento, quando percebemos a necessidade do aprender, do servir e do vencer, e assim, motivados em busca desse descobrimento, nos tornamos pessoas melhores, sentimos mais, saboreamos mais e percebemos as diferenças com mais sensibilidade nos levando a evolução da vida!

 

Daninha Figura

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por vptrianos as 11h12 AM

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Carne nova!

Olá Povo VPTR!

 

O bagulho é o seguinte: tem carne nova no pedaço!

 

Sabem como é né? Esse negócio de ser colunista desse blog aqui não é mole não. Pensando o quê? Trabalhar toda quarta-feira, meio-expediente, com somente 4 horas de almoço e apenas 3 pausas de 50 minutos cada pra o cigarro, mas uma pequena soneca de 2 horas depois do horário do almoço. Além de descansar na beira da praia, as minas pra dar conta, cassino, cruzeiros, assistir filmes e receber massagens, gente, isso tudo é muito cansativo. É uma vida muito dura. Então, diante de tudo isso eu pensei: Preciso de uma suplente! Para os casos d’eu não poder comparecer e tal, vocês sabem... Pois é. Por incrível que pareça, eu consegui uma.. uma verdadeira Figura!

 



Escrito por vptrianos as 10h18 AM

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 Mas vamos começar pelo começo. Por que estou escrevendo isso aqui? Bom, eu cheguei pra ela e disse:

 

- Tá a fim de ser minha suplente?

- Tô. Suplente do que?

- Lá do blog vptr. Você só vai precisar postar as quartas-feiras, que é o dia que fica ruim pra mim.

- Ah.. beleza! Só as quartas?

- É.

- Quando eu começo?

- Agora.

- Mas assim? Do nada? Direto?

- Tá bom.. tá bom.. vou quebrar seu galho.. deixa que eu vou te introduzir no meio! (hehehe)

- Que bom!

- Oba! Me dei bem!

- Ein?

- Não.. nada não. Eu disse que vou te apresentar pro pessoal.

- Ah...

- Então, pode começar a escrever seu texto.

- Ah, mas me dá uns toques primeiro..

- Claro! Prefere qual dedo?

- Mas ein?

- Nada não.. hehehe.. pode falar...

- Ah tá.. é o seguinte, blá.. blá, blá... 



Escrito por vptrianos as 10h18 AM

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Então Pessoal, apresento Dani Figura!

(formada em psicologia em Harvard, Modelo, bailarina, atriz, ambulante, cozinheira, cantora, coreógrafa, escritora, roteirista, sensível, manicure, pedicure, dentista, professora, flanelinha, frentista.....)

 

Até mais pessoal!

 

Espero que vocês gostem, assim como eu adorei! Seja bem-vinda Figura!



Escrito por vptrianos as 10h14 AM

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23:35, um cd.

 

Noite estranha, copo vazio, cinzeiro cheio, carteiras vazias. Eu estirado no sofá. Ao fundo, não adianta nem tentar me esquecer. Durante muito tempo em sua vida eu vou viver. Eu sei Roberto, eu sei. Ela também sabe, vai var que foi por isso que fez o que fez. Xápralá.

 

Arrastados vamos, eu, minhas havaianas [que mais parecem haitianas, dado o seu estado] vermelhas, bermuda seminova e semivelha [depende do ponto de vista] e só, e a velha protuberância corporal central [pancinha sexy, muito prazer!] pra cama, depois de mais um dia daqueles e depois do ilustre pedido da TV pra ser desligada. Deito.

 

Não sei que horas, não sei qual dia. Sei que a vida já foi longe, já foi bela, já foi. Sei que tem muita gente ao meu redor querendo me por a cela, pra ficar mais linda a maneira como me usam. Sei que é mais fácil fingir o que é do que ser quem se é [e o engraçado é que os outros nunca estão contentes com quem somos – frustrados!] do que ter personalidade. Rolo prum lado pro outro e inclusive você, sono, também pegou essa mania de fugir de mim. Ele tem a paz e não sabe. É só fechar os olhos e olhar pra dentro de si mesmo. Ahhhhh tá, Rei. Quem ouve pensa! Mas olha bicho, até que não deixa de ser ruim essa sua idéia, valeu.

 

Levanto atrás de um copo d´água [que isso ainda tem nesse pedaço bagunçado e nublado do universo também conhecido como meu apartamento], antes porém passo no banheiro e olho pra essa cara mal barbeada e com 31 dentes tortos e amarelos, prometo pra mim mesmo que amanha vai ser outro dia [doce redundância!!]. Agora sim, a cozinha, o que já foi uma geladeira [hoje é uma vaga e enferrujada, mas funcional lembrança da mesma], o copo, a água, a volta, eu deito, eu to pegando no sono, quem espera que a vida seja feita de ilusão, pode até ficar maluco ou morrer na solidão, é preciso ter cuidado pra mais tarde não sofrer... chega Rei, obrigado pela companhia. É preciso saber viver. Eu durmo.

 

Tony.



Escrito por vptrianos as 07h50 AM

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Caldeirão de Idéias

 

Trabalhar ou viver?

De vez em quando ouço alguém dizer que somos seres sociais. Discordo. Somos seres laboriais. Vivemos para isso. Nossa vida útil é toda dedicada ao trabalho. É nossa primeira prioridade. Nosso lema é "sempre em frente, adiante". Novos postos, novos cargos. Novos cursos para... novos postos e novos cargos. E, mesmo que nosso objetivo não seja esse, alguma coisa lá dentro de nós sussurra: trabalhe, trabalhe... trabalhe mais, você pode, você consegue, você aguenta. Trabalhe!

A vida anda num ritmo tão alucinado que a gente não percebe o tempo passando. A maioria de nós vive para trabalhar e não trabalha para viver.

Claro que trabalhar é necessário, mas será que o fazemos dentro das medidas corretas?

Nossa vozinha interna se perturba com o simples vislumbre de alguns dias em casa. "Vai sair de férias? O que vai fazer? Não vai trabalhar? Quem vai ver meus e-mails?". Ela entra em pânico.

Entrei de férias. A voz interna perdeu. No primeiro dia ela ainda tentou um levante. Mas parece que ela era uma rebelde solitária. Todo o resto queria férias... as merecidas férias depois de 20 anos de batente. Talvez, sem querer, eu tenha pisado em seu pescoço. Talvez.

Nesses 9 dias de "férias" que tirei, pude notar que eu sempre trabalhei muito mais do que eu deveria, embora sempre tenha achado pouco, bem pouco. E nem é por dinheiro. Nem é por vaidade. Nem por um novo cargo. Nem por insegurança de perder meu lugar para algum substituto, mas pura e simplesmente porque trabalhar é a única coisa que eu aprendi a fazer.

Mas agora, eu quero aprender coisas novas. Quero aprender a me divertir. Quero aprender a desperdiçar meu tempo na rede, sentindo no rosto a brisa do mar. Preciso aprender a apreciar o dia surgindo, o dia sumindo. Preciso aprender a valorizar meu tempo de uma maneira menos material.

Mais uma semana de 2007 que passou voando, e mais uma segunda-feira chegando. Não sei se com vocês acontece isso, mas eu estou assustada com a velocidade do ano de 2007.

Ontem mesmo eu estava em 2006, aliás, ontem mesmo eu estava em 2005, ops, 2004... não!... 2003...

Mais do que apenas querer, precisamos aprender a medir corretamente o tempo necessário para trabalhar e o tempo imprescindível para viver.

E viver com qualidade, fazendo parte da vida, e não apenas olhando pela janela.

 

Boa semana para todos!

Beijocas...

Maga™



Escrito por vptrianos as 12h30 PM

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era uma vez uma história de ficção... e foi  então, no ano de 2026, a potente comunidade adotou medidas corretivas para o progresso sentimental da humanidade:

 

Lei de Incentivo e Combate ao Melodrama Virtual

 

Fica determinado

1.       Que há os melodramáticos

2.       Que há os amadurecidos

 

Fica considerado drama

1.       Todo e Qualquer tópico cuja citação se faça a um ausente

2.       Toda forma de saudação alegre a um(a) amigo(a)

 

Fica impossibilitado  

1.       O “dispêndio” de emoções transcritas em palavras e [ou]

2.       em gestos virtuais que possam traduzir afeto



Escrito por vptrianos as 11h45 PM

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Fica liberado

            1. O uso dos correios (www.correios.net) e o uso da telefonia ::www.claro.com.br:: para estas necessidades de ordem pessoal.

 

Fica julgado e advertido (porém ainda tolerado)

1.       Todo movimento de entra e sai de uma comunidade

 

E fica definido previamente

            1. Todo e qualquer movimento de entra e sai como “sem razão”, “sem sentido”, “sem necessidade”, sugestivo de uma “novela mexicana”.

 

Fica estabelecido previamente

1.       Um tópico como sem sentido até que seja provado o contrário  a vossa magnificência (e a partir de então. Se provado, de bastante sentido...)

 

Ficam  planejados e definidos como próprios os sentimentos de

1.       alegria

2.       bem estar

3.       bom humor

 

E ficam terminantemente proibido e decretado que:

            1. Toda forma de desarmonia será cortada da própria carne... digo... cortada pela raiz.



Escrito por vptrianos as 11h42 PM

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Penalidades: detecção do tópico-equívoco, advertência on-line, correção e chamamento on-line; MAS,  após   a solicitação do escritor e do autor a retirá-lo, a manutenção do mesmo,  como forma de ensino e  de lição educativa  aos demais membros que iniciam seu processo educativo na instituição. Podemos sempre aprender com os erros dos outros.

 

... mas como a história é de ficção, um dos melodramáticos remanescentes e que naquele momento estava buscando novos rumos, 2 dias após ter sido julgado, condenado e punido, e sua cabeça virtual colocada em cima do poste para que todos vissem, como instrumento edutativo....  ressurgiu que nem aquele robot de mercúrio do filme O Exterminador do Futuro 2, integrou-se novamente, cavou um túnel virtual, pegou sua moto voadora e mandou lembranças a todos os queridos e conhecidos que ficam, e sabem quem são! (umas por telefone, outras por correio, outras pelo e-mail, msn, outras por scraps ou diálogos internos, outras por telepatia).

Em seguida, solicitou abertura da tela do google earth, comprou 1 passagem só de ida e sem volta  e apertou delete, insert e delete outra vez... e foi  fazer um entra-e-sai, entra-e-sai e entra-e-sai REAL show de bola lá no outro canto do planeta. Sem qualquer drama. Questão de escolha (só não é questão de bom senso porque não fumava o sujeito).

Tudo bem, mas não sem antes uma saída honrosa com direito a resposta (sem o encerramento da discussão com hora marcada, porque não era moleque), e até porque a moto era das boa.

 

- solicita-se a autodestruição deste post em 3 dias. obrigado. -

 

E foram todos felizes para sempre.

 

Até São Nunca no ano de 2084 

 

was by Pensador

 



Escrito por vptrianos as 11h42 PM

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Saudações a todos...

 

É com muita satisfação que venho vos informar sobre a mais nova aquisição do VPTR Blog!!! A partir de agora poderemos contar com a participação da bailarina Kytry que estará semanalmente nos contemplando com seus preciosos textos e idéias...

 

João Henrique

 



Escrito por vptrianos as 07h58 AM

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Escrito por vptrianos as 07h54 AM

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Galerinha VPTR, cá estou eu mais uma vez  pra dividir com vocês um pouquinho dos meus pensamentos...

 

Confesso que estava assustada com a situação, já que toda a turminha aqui é tudibom.com.br!!! Então, conto com a generosidade de vocês, ta?

 

Hoje eu vim falar sobre um assunto tenso...mas que faz parte das nossas vidas sempre, num momento ou noutro. Dá pra pensar um pouco, mas dá pra rir da bailarina também!!!

 

Mondibeijo*

 

 

Kytry

 

 

Estava eu aqui a pensar cá com as lantejoulas do meu vestido...qual é a dimensão da falta que uma pessoa faz na vida de outra???

 

Quando nascemos, o fazemos sós...quando morremos também...Mas o período  entre um e outro demanda muita, muita companhia!!! E quando, por alguma razão, seja ela morte, separação ou qualquer outra, fica um vazio absurdo dentro da gente!!! Por muito tempo, sentimentos como raiva, frustração, impotência e medo insistem em nos atormentar. Depois fica um grande vazio...e então a vida segue...até a próxima perda.

 

Mas uma dúvida sempre fez parte da minha vida....Será que eu faria falta REALMENTE na vida de alguém??? Acho que todo mundo, uma vez na vida, já se perguntou: “Quem choraria no meu velório???”

 

Quando perdemos alguém temos a tendência de deletar da nossa cabeça todos os defeitos, todas as pequenas falhas de caráter dessa pessoa... Todas acabam se transformando em pessoas maravilhosas, cujos erros não conseguimos enxergar. Mesmo  quando da execução do Saddam Hussein, houveram questionamentos acerca da legitimidade ou da ‘humanidade’ do ato. Mas será que isso tudo não é apenas um mecanismo de defesa para as nossas próprias intolerâncias e para mascarar nossos sentimentos mais obscuros???



Escrito por vptrianos as 07h51 AM

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A relação que temos com as perdas é bastante complexa.

 

É fato que mais cedo ou mais tarde a Natureza e o instinto de sobrevivência sobrepujarão qualquer ausência. Porque a vida simplesmente segue! Com um pouco mais de dor, mas segue...

 

Pra ilustrar a dimensão do que seria a nossa própria perda, fiz meu obituário...

 

Um pouco melodramático??? Sim! Exagerado??? Talvez. Divertido??? Com certeza!!!

 Porque a morte é a única garantia, mas a vida vale muito a pena! Então vamos nos divertir em qualquer circunstância!!!

Escrito por vptrianos as 07h51 AM

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Obituário

São Paulo, 30 de Outubro de 2006.

Foram identificados nessa manhã de segunda-feira os restos mortais de uma mulher encontrada no início do mês passado. Exames na arcada dentária revelaram que ela tinha aproximadamente trinta e sete anos. Depois de uma exaustiva investigação, já que não houve quem reclamasse o corpo, descobriu-se que se tratava de uma ex-bailarina, cuja família não havia se dado conta, até o momento, de seu desaparecimento. Mostraram-se levemente surpresos, mas não tiveram muito tempo para prestar maiores esclarecimentos, pois estavam se preparando para a viagem que farão no próximo feriado para Búzios, novo paraíso eleito pela família. Um vizinho concordou em contar o pouco do que sabia sobre a falecida. Na verdade sabia mesmo muito pouco, mas dizia-se que era tranqüila. Não a tinha visto muitas vezes, e não se recorda dela o suficiente para dizer se era ou não bonita. Lembrava-se que era de poucas palavras (Devia ser! Não se lembra de ter conversado com ela uma vez sequer!) Indicou uma pessoa que talvez pudesse saber um pouco mais: um comerciante local que lhe vendia sapatilhas. Esse homem nos informou que a moça era sua cliente há anos e que costumava comprar sapatilhas de ballet com certa freqüência. Apuramos com ele que um documento havia sido deixado nas mãos de um amigo, caso suas visitas à loja cessassem.

Nossa redação teve acesso ao tal documento que continha umas poucas informações sobre ela.

Não possuía bens além de uns pares de sapatilhas usadas e collants gastos. Esses não poderiam ter outro destino que não fosse o lixo. Deixava também livros, talvez seu único legado que pudesse ter alguma serventia futura. Era casada e tinha dois lindos filhos, que já estavam encaminhados e na vida e, portanto não precisavam mais dela, mas haviam sido, sem dúvida, sua maior realização. Algumas poucas palavras, aparentemente escritas por ela, finalizavam o tal documento.

 

"Quando partir, não deixarei nada além do pouco que fui....e não levarei nada além do muito que sonhei..."

Até o fechamento dessa edição, não havia informações adicionais sobre o caso, nem qualquer manifestação de parentes ou amigos.

 

 

Beijos da Bailarina*

Escrito por vptrianos as 07h48 AM

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Povo da VPTR,

Como é sexta-feira, e eu não sei se vão publicar algo, vou rabiscar aqui. Contar mais uma historinha de tecnologia.  E, dessa vez, nem é minha. É uma história que aconteceu com um amicíssimo meu, metido a técnico.

Beijocas e bom fim de semana a todos!

Maga™

 

 



Escrito por vptrianos as 02h22 PM

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Dizem por aí que a alegria do palhaço é ver o circo pegar fogo...   

Sou meio suspeita para falar disso, pois se tem coisa que eu realmente detesto é circo. É claro que esse gosto pessoal não me motivaria a ficar alegre com um incêndio num circo e, muito menos, a atear fogo em algum, mas (sempre tem um “mãs”), metaforicamente (ou não) falando, esta palhaça aqui adora admirar do lado de fora algum incêndio de circo, principalmente quando não é no seu.

Acostumada aos percalços tecnológicos, sofro diariamente com problemas de clientes (como a historinha da impressora, que já contei aqui), com meus próprios problemas (vocês pensam que quem trabalha com isso também não se mete em roubada?! Ledo engano...) e com problemas de amigos.

Há um tempo atrás resolvi trocar de micro. Como sou metida, resolvi “montar” um... Um mês foi o tempo que levou, entre duas trocas de placa mãe defeituosa, hd com clusters danificados, incompatibilidade de memórias, monitor, mouse, problemas de software e outras coisinhas mais (só faltou o mouse pad se estressar também). Esse um mês, para alguém que realmente usa o computador, é o infinito temporal. Fiquei tão irritada que peguei meus trapinhos e fui dar uma volta de 10 dias pela estrada pra me acalmar. Definitivamente, isso mexeu com meu humor, e eu não consegui, na época, ver o lado cômico da história.

Agora (ahaaa!), lembro com certa nostalgia do stress e, melhor que isso, descobri que Murphy me é infiel. Isso também acontece com os outros e, melhor, com meus amigos... Hmmm... Satisfação mórbida... talvez um pouquinho de sadismo (um pouquinho pode ser bom, não é?).

Joãozinho (nome fictício, já que meu amigo - que não é fictício - achou que se eu mencionasse o nome dele isso poderia colocar abaixo sua credibilidade, ou pelo menos a idéia absurda que ele tem de si mesmo e da qual acha que todos os amigos compartilham: que ele é um ser superior, fora do alcance dos percalços humanos) , meu amigo-engenheiro-carioca, usa computadores há muito tempo. É bom no que faz, e em como o faz.... usa direitinho os softwares de engenharia (também usa o pagemaker!!!!) e tudo o mais que precisa num computador.



Escrito por vptrianos as 02h01 PM

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Mês passado ele foi categórico: “Esse micro não dá mais... vou fazer um upgrade”.

Se não me falha a memória, quando ele decidiu isso e me contou, o upgrade seria apenas da própria, ou seja, de memória.

Acontece que ninguém que tem um computador e diz “vou fazer um upgrade” fica só na memória. A gente compra memória... aí vê que “de repente” melhorar a placa mãe seria uma boa... “ahhh... a placa de vídeo também está ruim... acho que vou colocar uma geforce”... “hmmm... esse ganinete velho... fora de moda... vou colocar um mais fashion...”... “ahhh... esse processador precisa de um cooler poderoso”... e lá vai nosso amigo atrás de um Volcano, pra não fritar o frankstein dele... “tá barato... também vou colocar um drive de cd-rom melhor...”... “ahhh... já ia me esquecendo do drive de disquete!!!!!... que cabeça...”...

Em resumo, quando você vê, aproveitou somente os cabos de força do micro que usou de base no “upgrade” (sim, apenas os de força, pq o ata100 novinho ficava melhor pro hd e etc e etc)...

Certo... Você foi naquele bairro tipo Santa Efigênia... em vez dos 200 reais da memória, você gastou 1500... valeu a pena, seu frank vai decolar, uau!!!!

Chega em casa... monta o monstro e... 

 

:|

 

Nada... niente... nothing...

 

Antes de passar a palavra para o Joãozinho (ficou meio engraçado isso),  é bom dizer que na casa dele havia dois computadores... um meia-boca e um meia meia-boca... hehehe... dele e do irmão dele, respectivamente.

Vamos lá, então... aqui entra a história do João (eu estranhei o sumiço de dez dias dele, depois de dizer que ia fazer o upgrade... mas esse texto foi o primeiro sinal de vida que ele deu, depois da aventura), que transcrevo textualmente.



Escrito por vptrianos as 02h01 PM

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Olá,

Vou te contar a história do upgrade do terror que fiz aqui na máquina...

Bom, só consegui comprar tudo na última sexta-feira... levei uma semana procurando descontos...

Quando chegou no sábado, munido, fui montar o micro... Coloquei tudo no devido lugar, mas antes de ligar, resolvi comprar logo um cdrom e um drive novo de disquete, pra ficar tudo novinho... HEHE...

Comprei e instalei... Depois liguei tudo e...

PIIII.... PIII.... PIIII...

O micro começou a apitar.. Desliguei e verifiquei tudo que tinha feito, nada errado... religuei e...

PIII...PIIII...PIII. PI...

Desliguei e troquei a memória de slot... liguei...

PIII...PIII...PIII...

Fiquei revoltado e resolvi mexer nos outros micros, o meu antigo e o do meu irmão... Remontei os dois como ficariam no futuro, meu micro com a memória e placa de vídeo do dele... Liguei meu micro antigo e ...

PIII...PIII...PII...

Liguei o micro antigo do Sandro e...

PIII...PIII...PIII...

Resolvi então ligar para um amigo e tirar dúvidas... conversamos e ele me ligou com um amigo dele que trabalha com montagem de micros. Este cara me disse que deveria ser problema de memória RAM...

Remontei os micros velhos com as memórias originais e funcionaram... Pronto, é memória...Quado chegou segunda-feira, corri na cidade pra trocar a memória, troquei logo por uma de outra marca... Voltei pra casa, espetei a memória e...

PIII...PIII...PIII...

Espetei em todos os slots e

PIII...PIII...PII...

#$%*&(*&¨$¨#!...

Desmontei tudo, tirei processador, etc...



Escrito por vptrianos as 02h00 PM

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Como tirei o processador, precisei comprar pasta térmica para recolocá-lo e tive que ir no centro da cidade de novo... num tem nada nessa Tijuca... Aproveitei encontrei com meu irmão que irá me presentear com umas caixas de som potente pro micro.. HEHE...  Fomos à loja de um amigo dele e conversei com o dono que me disse que o defeito poderia ser da placa mãe... ele me informou que de cada 100 placas umas duas dão defeitos... Bom, aproveitei e comprei outro pente de memória...

Cheguei em casa, espetei os dois pentes e

PIII...PIII...PIII....

Arranquei tudo e levei a placa para trocar... o cara da loja não tinha outra na hora, só no dia seguinte. Quando amanheceu, liguei para loja e fui informado que realmente a placa estava com problemas... busquei a placa nova, rezei, acendi umas velas e remontei tudo...

Plink!!!!

Entrou a tela da placa de vídeo e depois a BIOS... Tive que corrigir umas coisinhas no CMOS e Pronto, meu Slackware, no qual eu já havia instalado os drivers da NVIDIA, chipset e placa de vídeo, leu o hardware certinho e instalou tudo... E Tem gente que usa windows... EEHEE...

Usei durante toda a tarde... No dia seguinte, precisei mexer em algo e fui tentar dar o boot pelo disquete, nada... Não lia disquete... Abri a torre e tirei o disquete, testei no micro velho e nada... O drive estava com defeito..por sorte comprei aqui perto de casa, fui lá trocar.... #$!%##&$&!!!..

Voltei e finalmente, hoje, está tudo funcionando...  Devo levar a torre no fim de semana pra benzer... 

João (nome fictício, para preservar a credibilidade do autor)

 

by Maga



Escrito por vptrianos as 01h59 PM

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 Toda poesia
toda magia
que vertem das palavras escritas por um poeta
nada mais são do que suas lágrimas
gotas de fantasia
questionável filosofia
que vertem de seu coração
constantemente atormentado
atormentado pela alegria
que pode acabar um dia
atormentado pela tristeza
por toda essa incerteza
amargura cruel e fria
repleta de agonia
que pode nunca ter fim.
E essa dor infinita
sem nenhuma anestesia
transforma em palavras... quem diria!
seu pesadelo constante
dúvida torturante
num sonho de doce alegria
como se fosse pura alquimia
transformando lágrimas... em versos
sentimentos... em magia
sua dor... em pura poesia

 

By: Josias D. Stos



Escrito por vptrianos as 09h57 AM

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 Olha eu mais uma vez  blogando aqui.Tô adorando viu!

Vou deixar umas frasezinhas aqui.

 

"Muitas espécies evoluíram e desapareceram na natureza, todavia a do ser humano evoluiu e prosperou". Rui Pais

"Um dia nosso planeta extinguir-se-á, como qualquer outro astro do Universo, e nova forma de vida surgirá algures. São as leis da Natureza Cósmica e o ciclo da vida que o homem não pode interromper". Rui Pais

"A Terra tem fronteiras que o ser humano criou, são invenções do homem que a NATUREZA onde vivemos nunca aceitou". Rui Pais

"A Terra é como um grande hotel onde todos nos hospedamos por um momento". Rui Pais

"Na natureza tudo é harmonia, quando se perde uma vida logo outra se inicia". Rui Pais

"Porque vemos uma propriedade como pertença de alguém, se ela tem a idade da terra e esta NATUREZA não é de ninguém?" Rui Pais

"Uma erupção vulcânica, não passa dum espirro da natureza". Rui Pais

"Um terramoto é uma catástrofe natural, originada dum tremendo rugido das entranhas do planeta, causando vibrações à superfície, acompanhadas de destruição e um profundo impacto no momento que gera o abanão". Rui Pais

"A imperfeição não está na natureza, está dentro dos homens que a habitam". Rui Pais

"O homem constrói o seu progresso sobre a destruição que faz na natureza, que é parte integrante do nosso planeta". Rui Pais

"O homem destrói a Terra que o acolhe e que lhe proporciona todos os seus meios de subsistência". Rui Pais

"Mais progresso e mais homens, significa menos natureza". Rui Pais

"Do ponto de vista da natureza, nós só poderemos ser a sua maior praga". Rui Pais

"As guerras e as epidemias podem ser necessários para manter um certo equilíbrio na natureza que não preservamos". Rui Pais

"No Brasil estão os pulmões da NATUREZA". Rui Pais

"A natureza é como um amor, nós tratamo-la como um invasor". Rui Pais

"Primeiro amei a natureza, com ela aprendi a amar-te a Ti". Rui Pais

"Com a natureza aprendi o significado da palavra amor, foi nela que cresceu esse sentimento por Ti". Rui Pais

"Só amando a natureza se pode amar verdadeiramente". Rui Pais

"As nuvens são o chapéu-de-chuva da natureza". Rui Pais

"As nuvens são o vaivém que irriga a natureza". Rui Pais

"Crescemos sobre aquilo que destruímos, a própria natureza onde nos inserimos". Rui Pais

"Neste momento a natureza sozinha já tem dificuldade em se poder equilibrar, mas juntos ainda a poderemos recuperar". Rui Pais

"Se não recuperarmos a NATUREZA, as futuras gerações terão que buscar refugio noutros planetas distantes". Rui Pais

"Estamos a matar a NATUREZA onde habitamos, e nem sequer imaginamos o mal que lhe causamos". Rui Pais

"Um dia chegamos aqui para habitar o Planeta, num lapso de tempo, fizemos tantos estragos na sua natureza, que um dia teremos que o abandonar". Rui Pais

"Tudo se encaixa perfeitamente nesta visão do futuro, nosso planeta não terá uma longa duração, se não mudarmos de atitude e protegermos sua natureza". Rui Pais

"Este barco onde navegamos um dia vai ao fundo, ninguém se preocupa como salvar o Planeta". Rui Pais

"Estamos encurralando a NATUREZA, empurrando-a para vários jardins dispersos ao acaso". Rui Pais

"Na natureza transformamos o natural no artificial, mas sem o natural um dia deixaremos de ter o artificial". Rui Pais

A Terra é como um grande hotel onde todos nos hospedamos por um período de vida. Rui Pais

Na natureza tudo é harmonia, quando se perde uma vida logo outra se inicia. Rui Pais

Porque vemos uma propriedade como pertença de alguém, se ela tem a idade da terra e a terra não é de ninguém? Rui Pais

Uma erupção vulcânica, não passa dum espirro da natureza. Rui Pais

Um dia quando eu morrer estarei em qualquer lugar, mesmo no rebentar duma onda à beira mar. 


 

Espero q tenham gostado!

 

 

HAVE A NICE A HAPPY DAY!

 

By ·..·´♥ Aиdrєssα ßαby V ♥ ·..·´ ®

 



Escrito por vptrianos as 08h11 AM

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É com muita alegria q inicio minhas postagens como suplente de Josias.Obrigada pela oportunidade.Vou começar c/ um texto maravilhoso.

 

VIVA CADA MINUTO!

 

Existem pessoas que tem medo de viver...

Em certa ocasião, havia um menino que tinha adoração por patins.

Era tudo o que ele queria na vida.

Pediu, pediu, tanto fez que um belo dia, eis que conseguiu.

 

Ficou muito feliz com o par de patins, não desgrudava dele um minuto. Era dia e noite, o menino e os patins.

Só que no primeiro tombo, no primeiro arranhão, ele ficou com medo de estragar os patins e resolveu guardá-los.

Os patins ainda eram a coisa que ele mais queria, o que ele mais gostava de fazer era estar com eles. Mas ele preferiu apenas ficar olhando e não usar mais para não estragar.

 

O tempo foi passando e os patins guardados.

Passaram-se anos e o garoto esqueceu os patins. Então, em um belo dia, ele se lembra, sente saudades e resolve recuperar o tempo perdido. Vai até o armário, revira tudo e finalmente encontra os patins. Corre para calçá-los e ai tem uma terrível surpresa. Os patins não cabem mais no seu pé.

 

O menino, acometido de profunda tristeza, chora e lamenta os anos perdidos e que não vai mais poder recuperar. Poderia sim comprar outro par, mas nunca seriam iguais aqueles.

 

Assim como o menino da história são as pessoas. Guardam sentimentos, com medo de vivê-los, de se machucar e depois, quando resolvem retomar este sentimento, muitas vezes ele já passou de sua melhor fase.

 

Aqueles patins eram especiais para o menino, eram únicos, por mais que comprasse outro não iria ser igual.

 

Deixe as besteiras de lado, as brigas, os ressentimentos e viva o amor hoje. O que importa é o presente... É ser feliz.

Não guarde os patins, talvez hoje ainda haja tempo, amanhã pode ser tarde demais!

 

 

Então, essa é a minha mensagem neste dia:

Aprenda a gostar de si mesmo e seja mais feliz!

Para isso você tem que investir naquilo em que acredita que irá fazer bem pra você,

batalhar pelos seus sonhos e desejos, se arriscar mais, não ter medo de fazer!

E o mais importante:

Se ame!

Tenha orgulho de você... Sinta-se especial...

 

 

By ·..·´♥ Aиdrєssα ßαby V ♥ ·..·´ ®



Escrito por vptrianos as 11h38 AM

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Amigos,amigos... sexo a parte!

 

Olá “Bagaça” VPTR!

 

Tava aqui ouvindo umas musiquinhas e acabei parando naquelas de sempre. Então comecei a me olhar no espelho, digo a refletir. Vejam só que situação: tão ligado naquela música do Roupa Nova? Aquela assim ó.. repara a voz não, porque eu tô meio rouco, tô um pouco resfriado e acabei de acordar.. mas ouve só: “Eu queria ser mais que um amigo, mas você não entende. Quando fica deprimida, choro com você. E me conta as suas aventuras e seus casos antigos..” lembrou? Então.. ahamm cof cof.. tem também aquela outra, do Cazuza que o Leo Jaime que canta... deixa eu tentar cantar um pedacinho.. peraí... mas não fica reparando muito não, porque eu já falei, assim sem acompanhamento fica muito ruim.. se pelo menos meu primo estivesse aqui pra fazer a segunda voz pra mim.. mas tá.. vê só.. aham.. “Eu preciso dizer que te amo, te ganhar ou perder sem engano.. é que eu preciso dizer que te aMO TaaanTuuuuu uhh-huhhh..iêeeeiêee.....” aham.. é.. alí no finalzinho eu dei uma saída do ton.. mas isso é por que naquela parte alí que eu improvisei.. eu acabei aumentando muito sem querer.. e ah.. tá! Vamos voltar ao texto.. pois é.. – não, é o que eu tô falando... assim que eu acordo, minha voz não fica muito boa não.. demora um pouco até ficar legal.. ah.. tá.. vamos voltar! – Da próxima vez que eu tiver que mostrar alguma música, pode deixar que eu vou trazer o violão.. – ah sim.. vamos lá!

 

Pois é cara, como eu tava dizendo, impressionante como tem amigos que queriam ser mais que amigos e não tem coragem de dizer.. ou sei lá o que. Eu particularmente, nunca tive esse problema. Primeiro que eu nunca fui “amiguinho” demais de uma possível foda futura, sempre mantive uma distância segura, para que houvesse terreno para possíveis investidas.. Mas é bem verdade que tem muito cara mané, que desde o primeiro momento já se vê com os quatro pneus arriados, mas no entanto, dá a porra do mole de virar amigo.. aí meu amigo, depois que virou amiguinho, aí fudeu, aí realmente fica muito, mas muiiito difícil mesmo.. Mas nem isso pra mim foi problema.. Até por que eu sempre tive comigo a seguinte máxima: “Se eu não comer as amigas, eu vou comer quem? As inimigas?” .

 

Portanto, esclarecido isso, vamos ser diretos. Se você é um desses que tem esse amor reprimido, pára com essa porra e diz logo.. melhor ainda, bota o pau pra fora, agarra e beija.. hummm. Não.. melhor não.. nada de botar o pau pra fora ainda.. nem sai beijando... primeiro chega pra ela e fala. Se ela olhar pra você e falar “não sei.. é que..” ... aí sim! Agarra logo! Agora, se ela falar: “TÁ MALUCO?!?!?!” e depois começar a rir.. (hahahahaahaha).. véio, se mata! Tu é muito ruim de “idéia”, feio para caralho e/ou duro.. desiste! Pega o teu salário no final do mês e vai pra zona! Bebe chumbinho, pula da ponte ou enfia o dedo no cu e rasga.. sei lá.. mas desiste dessa mulher! E pára com esse papo de: “ela falou que vai estragar a amizade”, “ela não quer, por que eu sou muito legal, sou quase um irmão”.. Irmão? Irmão que se masturba pensando na irmã? Fala sério velhão! Acorda pra vida! E pode ter certeza que por mais que pareça difícil, com certeza você ainda vai encontrar uma esquisita, feia, fedorenta e bafuda igual a você.. e ela vai te fazer muito feliz e vocês vão viver felizes para sempre.. até que o divórcio os separe! E se liga na parada, enquanto você não encontra a mulher certa, vai se divertindo com as erradas...

 

Até!

 

(por Igor Otávio)



Escrito por vptrianos as 08h45 AM

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Lembranças.

 

São folhas da árvore da nossa vida. Algumas parecem estar prezas à nossa raiz, outras foram pro chão faz tempo, secaram sumiram. Eu gosto das minhas.

 

As boas, fazem sua hora quando preenchem certos vazios que alguns momentos, situações e pessoas são capazes de nos deixar. Geralmente são as únicas coisas que de fato nos deixam.

 

As ruins, são para que não me esqueça de que não sou mais que ninguém, que tenho meu espaço e minha luz, pra manter a mente sã e não empobrecer o meu espírito. E que tudo é equilíbrio. 2 lados. 2 coisas.

 

As folhas que caem, são necessárias. O outono e primavera são a nossa vida se manifestando, e funcionando. Só se vai e volta aquilo que de fato me pertencer, senão errei em pensar que era meu. E quando aprendemos a cuidar das estações da nossa vida, não fica nada que não nos seja necessário.

 

E descobrimos então que fizemos inverno de muitos verões, e secamos o que era pra florescer, florescendo o que era pra secar... e só nos resta então viver... só nos resta então lembrar. Até que árvore tombe.

 

Falando em árvore,

 

Boa semana, Tony.



Escrito por vptrianos as 06h58 AM

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Caldeirão de Idéias da Maga

 

Olá, pessoal...

 

 

Talvez por estar de férias minha mente tenha resolvido dormir até mais tarde e, por isso mesmo, estou escrevendo sozinha. Quando ela acordar e ler minhas baboseiras certamente me recriminará, mas aí será tarde demais: eu já terei publicado isso tudo.

 

Tenho escutado, de vários amigos homens, reclamações quanto às mulheres, quanto ao que elas esperam deles, quanto ao que eles não entendem nelas.

 

Falam tanto a respeito dos papéis representados pelos homens e mulheres... Falam, falam e falam... Mas ninguém chega a conclusão alguma. De todos os cantos vertem  opiniões contraditórias, cada uma querendo tomar para si a razão, mas a verdade é que não existe uma fórmula definitiva para isso. Não se pode estereotipar os papéis numa sociedade em constante evolução.

 

Deixo claro que o que vou escrever aqui é uma opinião de um ponto de vista externo, apesar de muito pessoal. Baseada na minha vivência, baseada no que conheço das experiências de minhas amigas e amigos, fundamentada em fatos reais, em alguns conhecimentos bio-sociológicos e, principalmente, na observação e na lógica.

 

Sei que essa minha visão bate de frente com “linhas filosóficas e comportamentais” já consagradas pelo tempo, e costuma despertar ânimos exacerbados, mas não importa, pois ela não tem a ambição de ser única, ou de ser a melhor, ou de ser a mais correta. Ela tem, simplesmente, a função de somar.

 

Pois bem... Um, dois, três amigos... Lugares diferentes... idades diferentes... profissões diferentes. Três homens, três vidas, mas uma única tormenta:

 

POR QUE AS MULHERES SEPARAM OS HOMENS EM POSSÍVEIS “AMIGOS” E POSSÍVEIS “MAIS QUE AMIGOS”? POR QUE OS HOMENS CERTINHOS ACABAM SEMPRE SE ENCAIXANDO APENAS NA PRIMEIRA OPÇÃO? O QUE HÁ COM AS MULHERES?

 

* * *



Escrito por vptrianos as 10h26 AM

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Em geral as mulheres seguem a máxima de que todo cafajeste é irresistível, o que tem uma explicação biológica e histórica.

Ser um bípede evoluído não apaga de nossos genes aquela informação primordial de que um bom macho cobre o maior número possível de fêmeas para perpetuar sua estirpe, enquanto a boa fêmea seleciona o melhor macho para dar qualidade à sua prole.

A primeira vista, uma coisa pode não estar relacionada com a outra, mas, se formos ver o que o "cafajeste" passa como imagem, temos certeza de que a explicação não reside apenas no fato dele ser um crápula, e sim no que os genes dele também o são...

Partindo dessa premissa, toda mulher entende como o melhor macho aquele que segue o instinto, razão que está gravada no subconsciente há milhares de anos.

Claro que isso é uma conclusão absolutamente teórica, e não considera a evolução dos valores femininos... Mas, é o cerne do problema.

Se você fizer uma pesquisa rapidinha verá que até nas preferências mais íntimas as mulheres tendem a seguir a linha em que ela fica sempre numa posição de subjugada, dominada.

Os instintos mais antigos afloram, e as mulheres (isto é apenas uma generalização, não se esqueçam disso!) gostam de ser puxadas pelos cabelos, como no tempo das cavernas. Gostam de tapas, de força (que evidencia que o macho é forte e saudável, capaz de proteger)... Essas coisas...

Isso são apenas as considerações, mas é claro que, sendo todos evoluídos, não temos como justificar tantas atitudes permissivas, tanta tendência à submissão, apenas baseados em instintos. Sem contar outras razões, não biológicas, mas sociais.

Muitas mulheres associam carinho à violência. A nossa definição de carinho vem dos primeiros três anos de vida, do contato pele na pele. Se neste período de tempo o contato, que para nosso cérebro é traduzido como carinho, proteção materna e coisas do gênero, se der através de violência, agressão e outras formas - que não o carinho por definição - então isto também fica gravado.

Fora estas duas razões, também devemos considerar a cultura religiosa, onde a mulher sempre foi a sombra do marido. Esse condicionamento, por mais moderninhas que as mulheres sejam, aliena.



Escrito por vptrianos as 10h23 AM

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E, mesmo para quem tem consciência dessas programações deturpadas, muitas vezes elas falam mais alto que a razão, e nós acabamos nos enfiando em relações sofríveis e improdutivas.

Não tenho pudor de dizer que, mesmo com tanta informação, eu caí de quatro numa relação onde somente eu investia. E não posso nem dizer que eu não notei isso. Eu notei, sim, porque eu sempre sabia em que pontos deveria ceder para não dar fim ao relacionamento.

Sempre racionalizei os enganos, o ciúme, as crises de solidão dele. E sempre racionalizei pelos motivos errados. Para não "perder"... Perder o quê? Perder um relacionamento que não me acrescentava em nada. Isso não tem explicação.

Tentando achar o fio da meada: o que determina se um homem pode ser mais do que um amigo não é nosso gosto individual, mas sim o somatório de fatores biológicos, históricos e sociais. Acho completamente impossível que um dia alguém consiga explicar didaticamente o mecanismo que dispara esse processo seletivo. E, se alguém conseguir explicar, após exaustivo estudo de uma única personalidade, esta explicação servirá unicamente para enumerar os motivos deste único indivíduo estudado.

Particularmente, eu me sentiria muito feliz se pudesse escolher alguém para me interessar, apaixonar e amar. Mas eu, como a maioria esmagadora das mulheres, escolhi um "cafajeste" pra me amarrar. E é difícil demais desatar este nó, por mais descolada que se consiga ser.

Não acho que esse estudo sirva de justificativa para mulheres comodistas e medrosas, mas ele serve para que possamos entender melhor as razões pelas quais nos deixamos subjugar. É o pontapé inicial para uma mudança de atitude, de postura, de visão do papel da mulher na sociedade e, principalmente, nos relacionamentos.

Apesar desta bípede evoluída aqui estar cansada de pensar e racionalizar, ela ainda assim acha que vale a pena investir em relacionamentos.

Beijocas e boa semana pra todos!

Maga

 



Escrito por vptrianos as 10h22 AM

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1/1

...ARARAS!

 

Buenas! É com enorme alegria que retorno ao Blog – não mais como responsável pela quarta feira, mas sim mordiscando um pequeno espaço do dia que fica aos cuidados daquele que “pensa”.

 

Nesta “edição especial” venho partilhar de minhas reflexões onde araras são a base dos meus devaneios.

 

Isto mesmo, exatamente, A-R-A-R-A, aquela que voa e é linda demais. Ah, também do tal do bicho...o homem.

 

Anos atrás, morei algum tempo no interior do Mato Grosso. Lá as construções são engraçadas, os terrenos são enormes. É quase unanimidade: as casas são bem na beirada do terreno, de portas na rua...e aquela infinidade de terra no quintal dos fundos, o chamado “terreiro”.

 

No “terreiro” de uma das casas que morei, havia um enorme (pense em enorme – com força!) pé de cajus vermelhos, pé de mangas, parreira de maracujá, pé de couves, hortelãs, pé de acerolas...na minha visão de paulista, aquilo era uma miniatura de selva!

 

Assim que me mudei, lembro que o terreiro estava descuidado (a antiga moradora era muito “porcalhona”) e o mato estava alto, tomava conta. Na minha miniatura de selva, até um ninho de jararacas foi exterminado pelo valente senhor senil que capinava (na verdade, ele tinha mesmo uma panca de super-herói). Foram para o céu naquele dia a Jararaca mãe- seus 4 filhotes e minhas crises de histeria, (naquele bendito dia) fui obrigada a conter minhas gritarias pois não podia me comportar como criança na frente do senhor. Para quem, na casa dos pais, dava chiliques por ver baratas no banheiro,  bancar a adulta frente aos cadáveres das amáveis cobras não foi nada fácil...

 

Enfim, “terreiro” limpo, casa arrumada após a mudança...começou minha ambientação. Com tantas árvores no quintal, todas as manhãs eu era acordada por uma revoada cantarolante de pássaros. Eram tantos, tantas cores – tamanhos – melodias diferentes. Um agradável despertador aos primeiros raios de sol (só não eram bem-vindos aos domingos, pois dormir um pouco mais implicava em abrir mão das primeiras horas de sol do dia).



Escrito por vptrianos as 05h34 PM

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2/2

 

Quando o cajueiro começou a dar seus frutos, descobri que eu dividiria aquela (marcante) época com Araras vermelhas. Foi uma (inigualável) surpresa encontra-las no quintal da minha casa, harmoniosamente compondo um retrato vivo, uma obra de arte ao alcance das minhas mãos.

 

Ao me mudar para o Mato Grosso, já havia visto a revoada de Araras inúmeras vezes, mas jamais imaginaria que um dia elas pousariam no quintal da minha casa.

 

As araras são aves de hábitos simples, embora muito peculiar seja o fato de que são aves, especialmente os machos, de uma só parceira para toda a vida. Na natureza, a maioria dos animais, durante a vida reprodutiva, acasala com variados parceiros...e contrariando esta tendência, a arara  escolhe apenas um parceiro para toda a vida.

 

Ao olhar uma revoada de araras é possível perceber que mesmo em “bando”, lado a lado os pares cruzam o céu. Fidelidade e lealdade até depois de findada a vida de um dos “cônjuges”. Comportamento muitíssimo peculiar a uma espécie não racional, concorda?

 

Ao entardecer, chegava do serviço (às vezes era o tempo de descansar e voltar a trabalhar pela noite afora), ia para cozinha preparar meu “fiel” galão de água gelada com limão, empunhava a guampa e tomando a largos goles meu amado tereré, colocava boa música e me deixava repousar, balançando na rede.

 

Neste momento único da minha rotina, onde me desligava de todos os acontecimentos do dia, refletia observando os pares de araras passeando pelo céu – ou assentados sobre os galhos do meu velho e enorme cajueiro:

 

“Por que aos homens (com "H" minuscúlo e maiúsculo) é tão difícil vivenciar a lealdade, a fidelidade aos parceiros?”

 

A você, que leu pacientemente minhas linhas e letras, lamento informar que:

 

...inúmeras respostas confabulei, e tantas vezes mudei de opinião...até hoje a pergunta não calou e a exatidão jamais encontrei.

 

Despeço-me, deixando em cada um de vocês, fragmentos de um ponto reflexivo e espero que possamos rever nosso comportamento, dignando a quem de direito for (o mínimo e máximo) de lealdade que pudermos oferecer...como extensão de um carinho imenso (chame do que melhor lhe aprouver) que brota do bem-querer e da vontade de sobreviver lado a lado, frente às agruras que a vida impiedosamente nos presenteia.

 

Danz.



Escrito por vptrianos as 05h32 PM

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    Não sei se caso ou se compro um celular:  Um conto Natalino.



Escrito por vptrianos as 01h09 PM

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     Agora há pouco adentro uma loja de telefonia celular em busca de um carregador perdido. Faço a pesquisa em frente ao balcão, situado à direita da entrada. Ali mesmo, no coração da Savassi, a meu ver um dos pontos mais interessantes e agradáveis de Belo Horizonte: o cruzamento da Avenida Getúlio Vargas com Cristóvão Colombo.

     A cada esquina que cruza estas duas avenidas, uma operadora de telefonia,  e em plena disputa de mercado. Por ser um ponto chic, as lojas são modernas, high tech, conjugam e misturam cores fortes como verde limão, o porcelanato em preto e em branco, o rosa chock em cadeiras de acrílico, muito vidro, espelho, inox e assim por diante, ambientando clima clean e futurista.

 

     Onde me encontro agora, no interior de uma das quatro lojas que disputam a concorrência neste local, além do ar condicionado versão “inverno do Alasca”, há vitrais que trazem iluminação natural à loja. E é possível avistar, cá de dentro, o calçadão da Avenida Cristóvão Colombo, em todo seu esplendor e movimento de veículos e transeuntes.

 

     Portando senha na mão, a balconista da primeira fila me solicita dados rotineiros, os que eu já sei de cor de salteado, enquanto inevitavelmente fito as pessoas na Avenida, ali do lado de fora. Muito mais interessante do que responder aqueles dados de sempre: nome, telefone, CEP, se já tem cadastro, se procura suporte ou venda...  se.... se...

 

      Enquanto os "se..."s acontecem meus olhos passeiam no calçadão...

 

     Pés pequenos, uma sandália linda contornava aqueles dedinhos de Deusa. Pele clarinha feito neve, passos seguros e delicados, de bailarina, pé ante pé. Visão em câmara lenta, uma tatuagem oriental em um dos pezinhos, eu já não sei se é algo da ordem do profano ou sagrado. A roupa acompanha o estilo dela, mas deixa à vista panturrilhas curvas e suaves, e tão formosas. “O que é isso, não é possível” - são os flashes, que como raios intercedem em pensamentos nestas horas. O mundo muda. O mundo mudou. Para melhor, é claro. Uma magia de segundos e absoluto encantamento.

 

     Anjos e Deuses certamente esculpiram-na, antes da sua jornada para a terra, que só pode ter sido em um confortável avião com direito à primeira classe, cama para repouso, edredon e revista para aprender o português que iria professar quando aqui chegasse.

 

(continua)



Escrito por vptrianos as 01h03 PM

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(continua)

 

                                   

 

     Em trabalho manual minucioso,  anjos-artesãos celestiais, auxiliados por dois  duendes-chefe (aqueles com pinta de engenheiro antigo, com metro, paquímetro, touca, rosto sério e nariz grande - nariz de duende -, amparando à ponta um poderoso óculos de grau), se encarregaram de  construír dedinho a dedinho. Com técnicas manuais milenares, anjos-artesãos amaciaram a planta dos pés daquela distinta dama, construíram as unhas, com contornos barrocos e certeiros. Em seguida, chamaram a equipe de anjos-biólogos e fisiologistas, também os arquitetos e os engenheiros mecânicos celestiais, planejando visual e mecanicamente cada um de seus belos movimentos de passada. Os tendõezinhos e os músculos, que ligariam os pezinhos às pernas. Nossa, as pernas...

 

     Ainda nas nuvens, diante de tanta nobreza e tanta inspiração, um deles teve uma brilhante idéia: a de fazer, para isto, perninhas suaves, suaves, suaves como pena... e ao mesmo tempo provocantes e intensas como fogo. Esta idéia também já não sei se foi coisa de um anjo caído. Vai entender estes sujeitos com asa. E aí foi necessário que chamassem os químicos e os físicos relativistas, também os quânticos celestiais, e que construíssem uma estrutura tal que provocasse sensações diversas, hora em um ser, hora em outro. Multiplas sensações, tudo ocorrendo ao mesmo tempo.  

 

     De volta à loja e ao calçadão do outro lado da vitrini. É natal e lá está ela, a me presentear, sem sequer saber, eu a vejo com seus passos perfeitos e em tão “simples” e perfeita aparição, que jamais esquecerei.

 

     Onde estará, o que faz agora, como dorme (ou melhor, como repousa), o que pensa enquanto caminha formosamente, quase a levitar? O que a atrai, o que gosta, o que busca para a vida, o que a faz feliz? Nunca vou saber...

 

     Aproveita que já cruzastes a calçada, que já invadistes a visão minha e de tantos outros e vai! Vai porque é esta a sua missão. Vai fazer brilhar os olhos os descrentes, alegrar o coração dos carentes, massagear a alma dos solitários e dos viventes. Vai fazer o bem, porque é Natal.

 

    Ah, sim, o CEP – insiste a balconista em perguntar. Anote aí, minha filha, o CEP é trinta, setessentos e vinte, duzentos e oitenta.



Escrito por vptrianos as 01h00 PM

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Escrito por vptrianos as 04h57 PM

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Os adultos geralmente não lêem revistas em quadrinhos, mas algumas delas trazem ensinamentos profundos, de maneira lúdica e inteligente.

Com desenhos bem feitos e cores vivas, os personagens criados pelos artistas vão passando lições de filosofia e conceitos importantes para a formação de uma geração mais consciente.

Por vezes, numa única página encontramos grandes lições.

E uma dessas começa com o personagem chamado Horácio, um pequeno dinossauro verde, que caminha por entre as rochas e de repente se vê diante de um grande espelho.

Olha para sua imagem refletida diante de si, e algo lhe chama a atenção.

Depois de uma observação atenta, exclama para si mesmo: “perninhas curtinhas...

Olha mais detidamente e pensa: “bracinhos minúsculos!”

Uma olhada a mais e se dá conta: “olhos esbugalhados e um cabeção enorme!”

Observa-se um pouco mais e depois se vai, feliz da vida, pensando consigo mesmo:

“Ah, tudo bem! Deve ser um daqueles espelhos que deformam a gente!”

 

Nós também nos deparamos constantemente com o espelho da nossa própria consciência, que não só aponta as nossas deformidades morais, como indica a melhor conduta que deveríamos adotar.

Quando não é o espelho da consciência, são as pessoas que convivem conosco que nos falam sobre os nossos defeitos.

No entanto, muitos de nós fazemos como Horácio, damos as costas e dizemos que a deformidade é culpa do espelho.

Quando a consciência nos alerta sobre a inveja que enfeia a nossa imagem, nós nos desculpamos dizendo que o outro não tem direito ou merecimento, e que fomos preteridos pela divindade.

Se o ciúme projeta uma imagem deformada e o espelho íntimo nos assinala o problema, dizemos que é excesso de amor ou bem-querer, e que temos o direito de exigir posse exclusiva.

Escrito por vptrianos as 04h55 PM

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Se a avareza mostra sua face distorcida em nosso espelho íntimo, conformados, nos consolamos: “sou apenas econômico e previdente!”

Quando o orgulho alardeia sua soberania, e a consciência faz o alerta, a desculpa surge de imediato: “em mim só há dignidade!”

Mas se as nossas deformidades morais são apontadas pelos outros, que são nossos espelhos externos, nós dizemos que isso não passa de inveja, ciúme, despeito...

Não há dúvida de que o auto engano é uma realidade, e ocorre em nível inconsciente, mas existem maneiras de verificar se nossa conduta está ou não equivocada.

Também não há dúvida de que o autoconhecimento é a chave do progresso individual.

Para quem deseja realmente se autoconhecer, para fazer em si a reforma moral necessária à felicidade eterna, eis algumas dicas do grande filósofo santo agostinho:

Quando estiver indeciso sobre o valor de uma de suas ações, pergunte como a qualificaria se fosse praticada por outra pessoa.

Se você a censura noutrem, não a poderia ter por legítima quando for o seu autor, pois Deus não usa de duas medidas na aplicação de sua justiça.

Procure também saber o que dela pensam os seus semelhantes e não despreze a opinião dos seus inimigos.

Os inimigos nenhum interesse têm em mascarar a verdade e Deus muitas vezes os coloca ao seu lado como um espelho, a fim de que seja advertido com mais franqueza do que o faria um amigo.

Todo aquele que se sinta possuído do desejo sério de melhorar-se, a fim de extirpar de si os maus pendores, como do seu jardim arranca as ervas daninhas, deve indagar a sua consciência sempre e sem receio de ouvi-la.

É justo que se gastem alguns minutos para conquistar uma felicidade eterna.

Não trabalhamos todos os dias com o objetivo de juntar haveres que nos garantam repouso na velhice, que geralmente é cheia de dores e sofrimentos?

Seguramente valerá muito mais a pena investir alguns esforços para conquistar a felicidade sem fim.

Pensemos nisso!



Escrito por vptrianos as 04h53 PM

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Atendendo o Cliente...

Bom dia, Pessoal!

 

Hoje não é meu dia de estar aqui, e eu nem sei se daqui a pouco o dono do espaço chega e me escorraça, mas resolvi dar o ar da minha graça no Blog hoje.

Circulam o tempo todo pela net aquelas historietas de “serviços de atendimento ao cliente”, os famosíssimos SAC. A gente lê, ri, se diverte, mas, no fundo, fica pensando que nunca haveria alguém pra vivenciar de verdade aqueles diálogos infames.

Pois bem, creiam-me: sim, existe gente que passa por isso.

Talvez trabalhar com informática, principalmente com consultoria e assessoria, potencialize essa possibilidade para mim, mas, enfim, vou contar o que aconteceu comigo. 

 

* * *

 

Verão de 2002, Florianópolis, domingo ensolarado, 8:00h.

O telefone toca. Acordo assustada, achando que é segunda e perdi a hora.

Pego o telefone e atendo, com voz de quem ainda não acordou direito.

-Alouuu.... Larissa...

-Lá?! Desculpe ligar a essa hora, mas desde ontem que tô com um problemão... Preciso imprimir o relatório pra levar pra São Paulo amanhã, e não consigo imprimir nada aqui...

-Ahn?!...Ahhhh... Ricardo?

-É... rsrs

Sento em frente ao meu micro... olhando pro monitor... tentando pensar em algo...

-Não tá imprimindo... (repito baixinho, várias vezes, tentando fazer com que o cérebro funcione)...

-Ricardo... ontem estava imprimindo normalmente?

-Sim... estava... foi agora de manhã que começou assim...

Escrito por vptrianos as 07h47 AM

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-Vamos ver... Você está no Word?

-Sim...

-Entre na opção arquivo, configurar página... veja se está marcado para A4... Está?

-Sim...

-Entre em arquivo, imprimir... e me diga o nome da impressora que aparece na primeira caixinha branca, lá em cima...

Ele me diz o nome, certinho... e agora eu não tenho certeza, mas acho que era uma canon-bublejet-alguma-coisa...

-Está certo...... feche o Word... mas antes salve o relatório...

-Vamos ver no painel de controle... entre lá... iniciar.... configurações... impressoras...

-Tá... entrei...

A partir daqui, entramos em absolutamente todas as opções de configuração que pudessem ter algo a ver com a impressora... fizemos testes e mais testes... Fiz com que ele verificasse as conexões de cabos de dados, cabos de força... tudo...

Estávamos há pouco mais de uma hora e meia no telefone... e eu me preparava para "viajar" os 60 km da praia até a casa dele, em pleno domingo...

Foi, nesse momento que meu irmão de 14 anos, que não entende lhufas de computadores, entrou no quarto...

Ele ouviu o final do desenrolar da conversa... e ria até não poder mais...

De repente ele me pergunta, rindo, de sacanagem: "Será que ele ligou a impressora?!?!?!"... e saiu gargalhando...

God... era uma luz...

-Ricardo... me diga uma coisa... a luzinha verde da impressora está acesa?

-Não, a luzinha verde não está acesa...

-A luzinha laranja está piscando?

-Também não...

-Ricardo... (suavizando ainda mais o tom de voz)... a luzinha laranja está acesa?

-Não... acho que não... deixa eu olhar de novo....

Silêncio, por alguns segundos... alguns ruídos... ele, de volta:

-é... não está...

-Ricardo.... nenhuma luz está acesa, você tem certeza?

-Tenho sim, Larissa (já impaciente com minha insistência)...

-Ricardo, você ligou o botão da impressora?

-Ahn?!?!?!



Escrito por vptrianos as 07h44 AM

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O VÔO DA POESIA       


 Abro minha janela, e num mero descuido, deixo escapar a poesia insone,pelas frestas escuras do final da madrugada.
 Ingênua e despreparada, ela adentra e enfrenta a densa névoa do outono,para fluir seu canto nos poemas adversos da cidade enferma. Acredita que pode estar em todo e qualquer lugar.
 -Pensa que tudo pode enfrentar!
 Despede-se dos resquícios das estrelas, sorri para a lua já desbotada, e de mãos dadas aos primeiros e tímidos raios solares, sai para aquecer e iluminar a vida!
  -A poesia, sempre acredita!
 Após cumprimentar as heróicas flores que ainda sobrevivem às estações, viaja pelos becos escuros, desperta os cidadãos das calçadas, aquece e perfuma os corações das “damas da noite”,enfeita todas as solidões... ultrapassando todas as fronteiras do além mar...
 -A poesia...nunca soube parar!
 Abre as correntes do túnel do tempo, aonde tudo parece impossível,e desembarga a voz dos amantes, afônicos de saudade...
 -Constata que não tem idade!
 E após percorrer os âmagos da realidade, toda prosa ,em ínfimas frações de versos pobres, sem muita rima, a poesia enfim, desanima...
 -Desiste da dura sina ...
 Então, de volta à minha janela, a poesia fugidia,cabisbaixa e assustada, pede-me para voltar.
 Prefere permanecer assim...detenta e amordaçada...mas viva...
 -Dentro de mim.

 

By: Josias D. Stos



Escrito por vptrianos as 08h57 AM

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Tô na área!!!

Bem amigos da red... digo, Alôôô Você!!  .. não não.. esse daí também já tem dono.. então, vamos pro tradicional mesmo: Fala aí cambada VPTR!!!

O ‘bagulho’ é o seguinte, quem vos fala aqui hoje e falará pelas próximas quartas-feiras, sou eu mesmo, Igor Otávio, para delírio de uns e delírio de outros (rsrs.. interpretem como quiserem!).

Mas vou lhes falar a verdade. Esse negócio de ser colunista do blog da vptr é bastante interessante, vejam: casa na beira da praia, garçonete de topless, cerveja gelada, camarão frito, cesta básica, plano de saúde, 14º, mensalão, Valerioduto, caixa 2, imunidade, estabilidade, auxílio palitó, bolsa escola, bolsa família, 4 horas de almoço, meio-expediente, 12 festas de final de ano por ano, carro na garagem, massagista e o telefone de um cara que traz “as puta” a hora que eu mandar... que beleza!!! Se eu soubesse que era tão bom assim eu não teria esperado tanto tempo e já tinha boicotado e dado um jeito de passar a perna na Danz, Pensador, JH, Garfield e Josias antes.. ops.. ein? Como assim? Não.. não. não..  você entendeu errado, eu disse que teria prestado o concurso público para colunista do Blog Vptr  há mais tempo. – Presta atenção, ô seu Zé Ruela! Sabe lê não? Humpf!

Pois é, vamos ao que interessa!

 

- as putas? Êbaaaa!!!

- não ô pervertido... vamos às considerações iniciais do blog.

- Ah.. isso? tsc

- Bah..

 



Escrito por vptrianos as 09h00 AM

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O que vou escrever aqui? Não sei. Por exemplo, o que você está lendo agora? Nada, né? Então, pois é! Vai ser assim.

 

- Ein???

- Ué.. queria o que?

- “Queria o que”, o que? Como assim “queria o que”?

- Sei lá porra! Tu falou “ ein?” e aí...

- Óra! “ein” é uma coisa totalmente diferente de “queria o que?”... que idéia!

- É que eu pensei que..

- Ah.. você pensa muito... é muito chato.. vai logo com essa porra QUE EU TÔ COM PRESSA!

- Tá bão.. tá bão.. tu também fica nervosinho a toa.. ih??? Tá doido?.. Ó E NUM GRITA COMIGO NÃO PÔ-RÁ!...

 

Continuando.. essa coluna aqui de quarta, vai ser uma coluna bastante flexível... mas já vou logo avisando: não vai ter mulher pelada! Afinal de contas isso aqui é um blog de respeito! Não é aquela zona generalizada que é aquele blog do Atoas não! Aqui tem disciplina, moral, cultura, arte, entretenimento, viadagens, papo-cabeça... até “eu te amo” tem! Pra você ver. Isso aqui é outro nível (xiii.. sei nem o que tô fazendo aqui então... hehehe – abafa!) – Mas palavrão vai ter... infelizmente, é mais forte que eu... falando sério, pretendo abordar assuntos do cotidiano (plagiando o Pensador rsrs), música, filme, putaria (ah.. esqueci! Putaria não!), é... televisão, big brother (eita.. de novo.. esqueci.. nada de putaria!).. enfim, aceito sugestões de pautas! (mas pode ser também que eu não as siga! Hehe).

Portanto, já enrolei demais e não disse nada, então, por hoje é só!

Ah! Lembrei! E você tá esperando o que pra ser colunista do blog VPTR? Aproveita que agora o processo seletivo tá muito mais fácil (num tá vendo que até eu estou por aqui?).. pois é, antigamente tinha que passar por uma bateria de exames, testes psicotécnicos, apresentar ficha isenta de antecedentes criminais, sondagens junto aos vizinhos, ter um determinado nível de QI, falar várias línguas, dominar alguma arte marcial.. hoje em dia não.. agora eles resolveram mudar o processo de seleção de novos membros. Rola pelos bastidores que o bagulho agora é nepotismo, afinidade com os homi, ouvi dizer também de um tal “teste do sofá”, suborno, propina.. enfim.. tá molinho!

 

Até!!!



Escrito por vptrianos as 09h00 AM

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Da série reflexões tecnicamente hipócritas – parte 2

[pq escrever é muuuito fácil !]

 

A primeira lição que deveríamos aprender na vida cabe dentro de uma frase, 3 palavras: TUDO É RELATIVO.

 

[você já leu isso em algum lugar!]Cada um de nós, dentro da sorte de peculiaridades de nos torna únicos, temos um negocio padrão ogro chamado opinião. Como é difícil entender a opinião dos outros... especialmente se ela bater de frente com a sua. É irresistível, deve haver um ogro´s death match. Você só não se lembra que vai dar empate, sempre.

 

 

 

Pois você não é o dono da verdade. Quem lhe ensinou as coisas que lhe fizeram chegar e estar ai onde está, perdendo um tempinho com esse texto, não é o dono da verdade. O objeto ou entidade que ele incutiu desde cedo em sua cabeça [algo metafísico, é obvio!] também não é. Nem o ogro do ladelá, por maior e mais feio que ele pareça.

Mas tudo bem. Quem nunca disse ai “foi assim porque Deus quis”, atire a primeira pedra.

Enfim, Deus [em toda a sua genialidade] nos concedeu 2 coisas que podem fazer-nos pessoas melhores, uma vez que saibamos usa-las.

1 – Livre arbítrio. Dispenso explicações.

2 – A quantidade de órgãos para se comunicar: um pra emitir, DOIS para receber.

Pense nisso. E não me leve a mal, meu ogro é manso, passou por alguns death matches mas não perdeu muito pouco da capacidade dos seus ouvidos.

Até porque, tudo é relativo... e no final das contas estamos aqui para aprender.

 

Boa semana.



Escrito por vptrianos as 08h19 AM

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Caros membros da VPTR, agradeço a oportunidade para escrever nesse espaço, e antecipo desculpas pelas divagações pessoais, ainda mais nesse momento do ano, onde eu geralmente fico mais ensimesmada do que nunca.

 

De qualquer forma, isso é mais uma reflexão pessoal do que qualquer outra coisa. Aliás, é um conjunto de reflexões e cobranças que me faço sempre. A primeira cobaia de minha natureza observadora sou eu mesma. Busco me encontrar nos gestos e atitudes alheias. Busco compreender que mecanismos norteiam minha vida.

Busco, acima de qualquer coisa, compreender para aprender, e aprender para mudar.

 

Desejo a todos que 2007 seja um ponto de partida, de verdade.

 

Beijos...



Escrito por vptrianos as 06h21 AM

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RESOLUÇÕES DE FINAL DE ANO

 

Vai chegando perto do fim do ano e pululam por todos os lados as almas cândidas e caridosas.

Criancinhas que se comportaram mal o ano inteiro, enfim, redimem-se, doando seus velhos e quebrados brinquedos ao menos favorecidos.

Aproximando um pouco mais vemos outras crianças, essas um pouquinho mais velhas, tentando passar a perna no pobre Noel, prometendo melhores notas no ano seguinte,  prometendo obedecer papai e mamãe, prometendo beber menos na balada.

 

E, o pior grupo de crianças, muito próximo da tênue linha imaginária do presente, que separa o (ano) passado do (ano) futuro, as de outrora, com suas resoluções de ano novo.

Meio intimidadas pela idade mais avançada, ficam constrangidas de prometer chupetas, notas melhores ou dividir a mesada com o Papai Noel, então resolvem fazer da família, dos amigos e do mundo a platéia pro teatro das resoluções definitivas.

 

Um pouco antes da meia-noite do dia 31 o que mais se escuta é “eu prometo que no ano que vem eu vou...”.

... ser mais condescendente com as pessoas que o decepcionam?

... ser mais generoso com as pessoas que lhe pedem algo?

... ser mais gentil com o motorista incauto que lhe corta a frente no trânsito?

... ser mais espontâneo com quem lhe tem carinho?

 

Você vai o quê mesmo, cara-pálida?

Quais das resoluções do ano de 2006 você realmente levou a cabo?

O que você fez durante os 365 dias de 2006 para honrar suas promessas?

 

Sim todos nós sabemos o quanto o ano foi difícil para você. O quanto seu trabalho o exigiu. O quanto você tentou se dedicar a atividades sociais. Sim, todos nós sabemos o quanto a vida conspira contra você. Sabemos também que a vida de todo mundo é um mar de rosas, menos a sua. Sabemos mais. Sabemos até que você queria muito mudar tudo isso, mas... aconteceu aquilo. Aquilo, sabe? E foi bem no exato momento que você estava totalmente decidido a chutar o balde e mudar tudo. Aquilo realmente nos surpreende. Aquilo nos tira o chão. Aquilo faz toda a diferença na vida de qualquer ser humano, que dirá na sua, tão atribulada e cheia de problemas. É, aquilo foi que estragou tudo. Somente aquilo.

 

Fazer algo por si ou pelos outros demanda prática, dedicação e, acima de tudo, vontade.

Para esvaziar a sacola de promessas e encher o pacote de resultados é preciso tirar cada grãozinho de um lado e passá-lo para o outro, assim mesmo, de um em um.

 

É, eu sei, parece pouco, mas se não começarmos a empreitada, como podemos almejar o resultado? Existem leis naturais. Existe uma ordem natural das coisas. E a colheita só é possível depois da semeadura.

 

Aliás, algo acaba de me ocorrer: o que você fez nessas praticamente 72 horas para começar a cumprir tudo o que prometeu na virada do ano?

 

By Maga



Escrito por vptrianos as 06h21 AM

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Qual é a sua? 

 

            Cada um tem o mundo que merece. Cada um faz conforme a sua história prévia e do jeito que sabe. Dia destes percebi uma coisa interessante. Jogava poker on-line, o qual participavam 10 pessoas. No Poker temos a possibilidade de apostar, aumentar a aposta inicial, cobrir a aposta do adversário, ou desistir da briga, antes mesmo de ela começar. Isto é, cada participante recebe duas cartas. E, ainda com duas cartas na mão, e antes de combinar os jogos da mão com as cartas que posteriormente são  lançadas à mesa, pode-se desistir. 

 

A situação era a seguinte: eu já havia me classificado para o campeonato final, portanto, jogava sem o objetivo de vencer. Como tinha muitas fichas na mão, resolvi dobrar todas as apostas logo no começo. Isto criava uma nova condição: ou os demais jogadores aceitavam o desafio e cobriam  – no escuro – a minha aposta, ou poderiam então desistir. No caso de desistência, teriam que lançar mão das fichas anteriormente apostadas, estas de aposta obrigatória, Assim é a regra do Poker.   Ora, se o jogo obriga a apostar  cinco  fichas a cada rodada e o adversário dobra para 10, ou o jogador cobre  as 10 e permanece no jogo; ou ele sai e entrega apenas as cinco anteriormente apostadas.

 

Eis o fato: lá pelas tantas, diante das minhas apostas persistentes e incondicionais, um jogador ficou muito aborrecido e começou a agredir verbalmente: “Pare de avacalhar o jogo, pare de rifar!”.  Eu achei aquilo engraçado e fiquei surpreso e tal conduta me pôs a refletir. É vero que o novo e aparentemente bizarro estilo de jogo  adotado  por mim na ocasião,  propositadamente para testar uma estratégia, trouxe certo desconforto para alguns. Eventualmente, conforto a outros.   Se um oponente tem boas cartas nas mãos, qualquer aumento de aposta é bem vindo! De cinco a dez, de dez a vinte, a quarenta, e assim por diante!  Se, no entanto, ao estar cercado por cartas medianas e de baixo valor (na visão do jogador), o dobrar a aposta torna-se ameaçador: obriga a cobrir uma oferta de pontos para arriscar a sorte grande, tendo em mãos jogo não muito certeiro. Razão dos resmungos gratuitos.

 

Aquele jogador que me xingou estava sentindo na pele. Sem  possibilidades estratégicas para lidar com o fato que o surpreendeu, optou pela agressão a mim (a agressão é compreendida nas teorias que consideram a evolução da espécie, como a mais antiga e a última forma de defesa, a mais arcaica e enraigada. A menos elaborada, mais nua e crua). 

 

Não carecia, mas optei por responder àquele jogador. E fui enfático no meu ponto de vista: “amigo, estou jogando conforme as regras do jogo. Não fujo a elas. Estamos na mesa, cada um na sua cadeira, tenho duas cartas na mão, da mesma forma  que você. Estamos seguindo o plano de jogo,  O jogo  permite  que eu faça isto, portanto se vire e crie o seu estilo ou aprenda a lidar com o meu”.

 

Recentemente, presenciamos uma coincidência de fatos na comunidade VPTR. Alguns usuários que eram muito atuantes resolveram afastar o seu profile habitual do dia a dia do post. Cada um teve suas razões.  Pelo que deu pra notar, alguns o fizeram antecipando mensagens, declarando e comunicando previamente o seu afastamento. Outros simplesmente saíram sem dar notícia. Outros se afastaram e retornaram na forma de variações de fakes, em seguida argumentaram questões de ordem pessoal e se explicaram ou justificaram;  assuntos profissionais, ou conjugais...  em suma,  pessoais e intransferíveis! E assim por diante.

 

(parte 1 de 2 - continua)



Escrito por vptrianos as 05h39 PM

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(parte 2 de 2 – continua)

 

Houve neste desligamento uma coincidência temporal.  Logo deu-se início a uma série de especulações. Até aí, normal. Se me permitem, curioso mesmo foi notar a reação dos demais. Houve quem não ligasse. Houve quem continuasse a dançar a sua música. Houve quem relatasse a falta do companheiro de jogo, do parceiro de dança, do amigo de postagens e até dos conteúdos dos posts. Houve quem fosse franco, honesto, verdadeiro em suas impressões e falasse diretamente com o envolvido. Houve quem tentasse explicar o fato, buscando a compreensão, um entendimento. E, tal e qual aquele jogador de Poker, apareceram também os que não souberam lidar com o fato, os que não tiveram estratégia pessoal - de vida - para a ocasião, a não ser a mais arcaica e menos evoluída - filogeneticamente - das defesas: a agressão.

 

 

Não há qualquer novidade na agressividade. Pelo contrário, por ser um mecanismo de defesa arcaico, a possibilidade de agredir para se defender está presente em qualquer ser vivo (do escaravelho ao camelo), e exemplos do uso da força são colecionados pela história. Foi necessário força bruta para sobrevivermos e chegarmos até aqui, enquanto espécie. A despeito disto tudo, alguns seres conseguiram transpor a barreira da violência. Líderes religiosos, por terem promovido grandes mudanças em seus contextos políticos e ideológicos, se depararam a absoluta falta de concordância e de compreensão, levadas ao ponto extremo. Iluminados (muito mais do que nós), tiveram que lidar com isto, deixando exemplos marcantes e contraditórios à nossa perpectiva mundana.

 

Mahatma Ghandi, por exemplo, apregoou a resistência pacífica. Desta forma, seus valores e os valores de libertação de seu povo, na India, continuariam a proliferar... sua estratégia permaneceria intacta e seu posicionamento irretocável, sem que houvesse a necessidade da contrapartida ofensiva ao opressor Inglês pelo uso da força. Cristo também sugeriu oferecer a outra face ao invés de rebater.  E até hoje suas idéias permanecem. No entanto, além de soluções remediadas, e sabedores e sensíveis ao sofrimento humano, condutas preventivas também foram sugeridas por estes líderes, tanto para os agressores, quanto para os agredidos, e de forma tão pontual que chega a impressionar. É o que se encontra em Mt 7 1-6, e sem qualquer objetivo catequético, faço copiar aqui por questão de justiça ao autor. Grifos meus.

 

[Aos agressores] Mt 7 1-5

 

1. Não julgueis, e não sereis julgados; 2. Porque do mesmo modo que julgardes, sereis também vós julgados e, com a mesma medida, também vos sereis medidos; 3. Por que olhas a palha que está no olho do teu irmão e não vês a trave que está no teu? 4. Como ousas dizer a teu irmão: Deixa-me tirar a palha do teu olho, quando tens uma trave no teu?

 

 

[Aos agredidos] Mt 7 6

 

6. Não lanceis aos cães as coisas santas, não atireis aos porcos as vossas pérolas, para que não as calquem com os pés, e, voltando-se contra vós, vos despedacem.

 

 

Obviamente, como qualquer evento no mundo, esta é uma forma de interpretação de um fato. Neste caso a minha. Agressores ou agredidos, feliz ano novo!

 

 

Pensador



Escrito por vptrianos as 05h39 PM

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Escrito por vptrianos as 09h23 AM

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Saudações Amigos VPTR.

 

Ser ou não ser???

 

Há sempre nas coisas, um lado positivo e um oposto negativo, se não fosse pela polaridade, tudo deixaria de ser relativo e passaria a ser absoluto...

 

Não deveria estar dando satisfações por aqui do que aconteceu por lá... mas se faz necessário que alguns pontos sejam devidamente esclarecidos:

 

1 – Eu adorava e continuo adorando a VPTR e todos os seus membros...

 

2 – Não vou deixar o Blog VPTR  jogado  às traças, e mesmo que assim o fizesse as traças não ousariam chegar nem  perto, temos uma equipe de membros muito competentes capazes de tocar o blog ou qualquer outro projeto pra frente sem apresentar baixas de produtividade... Sem falar nos Titulares que ainda estão por lá encabeçando a coisa, a exemplo do Tony, da Tiazona e do Josias... Acredito que a Danz também não tenha deixado o blog... E tenho esperanças de que o Cláudio (ex garf) e o Renato (Finado Pensador) ainda apareçam por aqui...

 

3 – Ao me despedir dos membros da VPTR não tive  intenção alguma de mensurar a minha popularidade na comunidade, tenho consciência da minha popularidade por lá,  e sei que ela foi decorrente da minha alta freqüência participativa nos tópicos e da forma pela qual sempre me relacionei com os demais membros... Tenho consciência também de que não sou, não fui e nunca serei maior ou menor que ninguém ali dentro...

Também não deixei a VPTR por motivações de origem amorosa. Tive sim, uma única desilusão dessa natureza por lá, mas isso, todos já  sabem. É importante deixar claro que no momento atual as minhas paixões vinham sendo muito bem correspondidas por lá!!!

 

4 – A Danz está tão relacionada com a minha saída quanto o Garf, o Luciano, o Pensador e o Lobo. Ao contrário do que se pensa, talvez ela fosse um dos grandes motivos para que eu permanecesse na comunidade... Mas optei pelo contrário. Por motivos relacionados à minha vida acadêmica... E a minha atuação clínica no âmbito da minha profissão.

 

5 – Quando preparei o meu discurso de despedida procurei fazê-lo com esmero, por achar que devia esta consideração a todos. Poderia muito bem ter saído da forma que a Lu propôs em um dos tópicos... E estou sabendo disso, não por que entrei no tópico para aferir a minha popularidade, tenho muitos amigos na VPTR e mais cedo ou mais tarde, mesmo sem procurar, acabo tendo um resumo do que se passa por lá.

 

6 – Não foi frescurite aguda, nem paixão recolhida, o motivo da minha saída está relacionado diretamente ao novo projeto de vida que tracei para o ano 2007. Estou assumindo o cargo de professor de patologia na UFPE e pretendo continuar com as minhas atividades no consultório. Na entrevista para a vaga de professor, fui questionado, entre outras coisas, se possuía alguma conta no orkut. Respondi que sim... No mesmo momento, fui aconselhado a excluir ou inativar o meu perfil. Eu não iria fazer isto, mas não sei se vocês lembra de um dos tópicos que a Maga postou e que tratava justamente desse assunto. A exposição a qual somos submetidos...



Escrito por vptrianos as 09h22 AM

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Apesar de ter sempre me apresentado de diversas formas na VPTR, me utilizando de ícones e imagens as mais variadas possíveis na minha forma de apresentação, nunca fui um “porra de um Fake “ como assim denominou a sensata Janaina. Que os Fakes não tomem isso como um desrespeito, essas palavras não são minhas e não compartilho dessa opinião, é apenas uma forma de demonstrar a minha indignação.

 

Assim como todos têm o direito  de emitir suas opiniões, e muitas vezes até abusam dessa dádiva, todos também têm o direito de ir e vir, desde que não causem danos a ninguém...

 

Apesar de amar a VPTR e os seus membros, o meu tempo por lá acabou, acho que já dei a minha contribuição.

 

Sem mais nada a declarar, confirmo, com este post, a minha permanência como um dos membros titulares  no blog da VPTR.

 

João Henrique Absoluto Relativo da Silva!!!

Escrito por vptrianos as 09h22 AM

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Escrito por vptrianos as 09h14 AM

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O Longo Texto.

 

Num mundo onde é piegas ser romântico, mesmo sendo um desses que elas (dizem) querer, está muito difícil viver um relacionamento hoje. Os homens não prestam, são todos iguais. As mulheres são interesseiras demais. Se “perfeitos”, os amigos que toda mulher quer ter. Se safados, o que todas querem consertar. Se muito simpática, espontânea, conhecida por muitos, vadia. Se usa as armas dos homens, cachorra. Se recatada, santa de mais. Se séria, fechada demais. Estes entre tantos outros exemplos. Difícil entender? E muito.

 

Ainda bem que o amor e suas possibilidades não são uma ciência exata, caso contrario a vida seria chata. Já pensou, não ter que se dar ao trabalho de conquistar? Nunca existir alguém descontente? Seriamos imutáveis, “quero isso e pronto”. Alguém se encaixa a você e vice-versa, como um parafuso e sua rosca. Diferem em formas e tamanhos, mas sempre fazem exatamente a mesma coisa.

Dizer “eu te amo” e sempre ouvir “eu também”! Que graça isso teria? Deus é “mudo” mas não é bobo, deu-nos o mais interessante dos poderes: a escolha, o livre arbítrio. Hoje é, amanha não, sempre pode ser, nunca será. E que me atire a primeira pedra quem nunca mudou de idéia.

 

Voltando aos relacionamentos, que bom não prestar para algumas, ser feio para muitas, ser isso e muito mais e o oposto para cada pessoa, inclusive para mim. Olhar-me no espelho e ver que a face em fase de envelhecimento constante traz sempre os mesmo olhos moles e um sorriso amarelo, mas quanta coisa diferente, divergente. Quanta idéia absurda, quanta realidade transformada em sonho.

Que bom poder ver tantas mulheres, lindas, femininas, feministas, más, sexys, sensacionais. Poder fantasiar com cada uma delas, quere desvendar aqueles olhares que ao mesmo tempo, não mostram nada no entanto dizem tudo. Babar pelos seus sorrisos, rir das suas graças, admirar suas qualidades, compreender seus defeitos. Não ser ponte, par ela só se equilibrar e passar por cima, derrubando para construir outra, tapando qualquer buraco. Ser estrada, onde ela pode andar firme, ir, voltar, se cuidar bem, pra sempre está ali, para somar. Te leva aonde você precisa ir. Rir com ela, chorar com (e não por) ela. Brigar quando tiver que brigar. Amar quando tiver que amar. Arriscar, pagar o preço, tentar ser feliz. O dia que você sentir-se encorajado a fazer isso tudo por você mesmo, estará melhor preparado para oferecer (e porque não se oferecer?) para alguém.

 

Alguém já disse que levemos a vida toda para entender as mulheres, e no final tudo o que sabemos cabe na palma da mão de uma delas e ainda sobra espaço para todos os homens do planeta. Elas não foram feitas para serem entendidas, mas para serem amadas.

 

 

Por isso volto as escolhas, as individualidades. Para alguns, tudo o que escrevi aqui não passa de utopia; para outros, a mais pura verdade. Para muitos, um monte de baboseiras, um texto para auto promoção, talvez. As palavras, por mais belas que sejam, são apenas palavras. Ficam as perguntas.

Por que ser romântico se são os safados que fazem elas suspirar e chorar? Pra que ser sarado, bombado, malhado, se o melhor abraço indifere do tamanho dos músculos? Por que querer ser a pessoa mais importante que muita gente conhece, quando não conseguimos fazer importantes nem os poucos que nos amam de verdade? Por que ser amigo dos bons e objeto dos cafajestes? Por que ser bom, e é sendo mau que não conseguimos esquecer? Por que exigir só qualidades, se seus próprios defeitos você não admite e sequer tenta corrigir? Por que pedir muito sem poder oferecer à altura?

É mais fácil ser apenas mais um entre as regras do que ser brilhante como exceção. Ser você mesmo custa pouco. Mas e quando todos te querem como as marcas da moda, o carro tunado, o dinheiro sobrando?

 

Quando escreveu estava ouvindo >> Dance departament.



Escrito por vptrianos as 07h06 AM

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